"I Of The Mourning" - Smashing Pumpkins (2000)
Radio, play my favorite song
Radio, radio
Radio, I’m alone
Radio
Radio, please don’t go
Radio
I peer through curtains on empty streets
Behind a wall of caller I. D.
No one’s out there
To hear if I care
About the troubles in the air
Cause I of the mourning now go
Pick up where my thoughts left off
Cause I’m home to die on my own
As my radio plays my favorite song
Radio, radio
Radio, don’t you know?
Radio, radio
Radio, I’m alone
I’ve blown the dust off my guitar
In the attic with the stars
I read your letters to feel better
My tears upon the faded ink
Cause I of the mourning now go
Pick up where my thoughts left off
Cause I’m home to die on my own
As my radio plays my favorite song
Radio, radio
Radio, I’m alone
Radio, radio
Radio, please don’t go
I sit in the dark light
To wait for ghost night
To bring the past to life
To make a toast to life
Cause I have survived
What is it you want
What is it you want to change?
What is it you want
What is it you want to change?
What is it you want to change?
Radio, radio, radio, radio…
Radio, radio, radio, radio…
Radio, radio, radio, radio…
What is it you want?
What is it you want to change?
What is it you want?
What is it you want to change?
What is it you want to change?
- Eu gostaria de ter escrito esta música. Se puder, ouça. Eu sinto e vejo da mesma forma.
A sensação do cara, descrita na música é particular pra mim. Até demais.
É uma atmosfera e sensação comum e emocionante, por ter sido escrita em forma de uma linda música por um cara que tem uma visão parecida. show.
Eles estão de volta?? Tomara!


Tomara que não seja apenas para alguns shows em festivais dos EUA e acabe.
Tomara que Billy Corgan dessa vez volte com fôlego para lançar mais álbuns e fazer shows pelo mundo, inclusive aqui, no Brasil. (principalmente!)
As notícias e o depoimento dele no seu site oficial, levam a crer que os bons tempos voltarão. Será?
Leia>> (em português de Portugal)
21.06.2005
Smashing Pumpkins regressam à música
Os Smashing Pumpkins vão reunir-se novamente, anunciou o seu mentor Billy Corgan na edição de hoje do jornal Chicago Tribune, precisamente no mesmo dia em que foi editado o seu álbum a solo “TheFutureEmbrace”.
De regresso aos Estados Unidos para 18 concertos, e após a digressão pela Europa que o trouxe à Aula Magna, em Lisboa, a 1 de Junho, Billy Corgan revelou o segredo que, segundo o próprio, escondia há um ano: «Planeio renovar e reavivar os Smashing Pumpkins».
«Quero a minha banda, as minhas canções e os meus sonhos de volta Este desejo faz-me sentir em casa novamente», explica o músico. «Quando dei o último concerto com os Smashing Pumpkins a 2 de Dezembro de 2000, abandonei o palco do Metro acreditando que estava a deixar para trás um pedaço da minha vida. Ingenuamente tentei criar uma banda nova [Zwan], mas descobri que o meu coração não estava lá. Eu afastei-me para procurar um amor perdido», acrescenta Corgan. «Por isso voltei para casa para curar o que estava desfeito e, para minha surpresa, encontrei aquilo que procurava. Descobri que o meu coração está em Chicago, o meu coração está nos Smashing Pumpkins».
Billy Corgan afirma, também, que planeia lançar um DVD brevemente, intitulado “ChicagoSongs”, que reúne uma série de canções sobre a sua cidade natal, e ainda criar um livro on-line que será actualizado diariamente com a história da sua vida, com o nome “The Confessions of Billy Corgan”.
28.06.2005
Chamberlain regressa aos Smashing Pumpkins
baterista Jimmy Chamberlain voltou a integrar os Smashing Pumpkins, banda que se desmantelou em 2000, mas que está de volta à música.
A notícia confirma a promessa feita pelo vocalista Billy Corgan, que publicou um anúncio de página inteira na edição de 21 de Junho do jornal Chicago Tribune, declarando que os Smashing Pumpkins vão regressar à actividade.
Agora, é a vez de Chamberlain reiterar a informação: «Tudo o que posso dizer é que os Smashing Pumpkins são o Billy, James [Iha], eu e a D’Arcy [Wrektzy], Num mundo ideal, é assim que vamos acabar», explica o baterista ao Chicago Tribune de 24 de Junho.
«A esperança é que toda a gente ponha os pratos na mesa, mas eu só posso falar por mim próprio quando digo que vou participar e que estou entusiasmado», acrescenta Chamberlain.
«Ainda é tudo muito recente e não sei se alguém se apercebeu do que se está a passar. Ainda não nos sentámos à mesa para colocar os pontos nos is», completa Chamberlain.
Jimmy Chamberlain não falava com D’Arcy Wrektzy desde que esta deixou a banda, em 1999, mas tem mantido o contacto por e-mail com James Iha.
Após a separação dos Smashing Pumpkins, em 2000, Billy Corgan formou os Zwan, também com Jimmy Chamberlain na bateria. O projecto, entretanto, foi posto de lado para Corgan dedicar-se ao seu álbum a solo “TheFutureEmbrace”, que apresentou ao vivo na Aula Magna, em Lisboa, a 1 de Junho.
19.01.2006
Smashing Pumpkins voltam em Abril
Os Smashing Pumpkins poderão juntar-se novamente esta Primavera para alguns espectáculos ao vivo, a começar pelo festival Coachella, nos EUA, assegura o semanário musical New Musical Express (NME).
Depois de Billy Corgan ter anunciado, no ano passado, a reunião da banda, o NME afirma que os Smashing Pumpkins vão fazer o seu regresso no festival californiano no dia 30 de Abril, como sugere o cantor no seu site oficial: «A surpresa que tenho na calha para vocês vai ser anunciada brevemente».
Corgan, que deixa o «suspense» no ar, continua amigo do baterista Jimmy Chamberlain e tem mantido contacto com a baixista Melissa Auf Der Maur. Os primeiros rumores do regresso da banda surgiram quando o músico publicou um anúncio no jornal Chicago Tribune.
Recorde-se que os Smashing Pumpkins se separaram em 2000, após a edição de “Machina”. Desde então, Billy Corgan formou os Zwan e lançou-se também a solo com o álbum “The Future Embrace”.
Publicidade para bairros pobres e ricos
Depois de ler e pensar sobre esta notícia veiculada pelo Blue Bus, podemos fazer analogias diferentes… Pessoas de um lado e pessoas de outro.
Pensamentos de um lado, pensamentos de outro.
valores de um lado e valores de outro.
interessante.
A estudante americana Alexis Lloyd percorreu trechos de 3 regioes de Nova Iorque registrando a publicidade à qual os consumidores estao expostos nas ruas.
O projeto, batizado AdScape aqui, investiga como a propaganda mudou a paisagem urbana e também como ela se relaciona com as condiçoes economicas de cada area. Lloyd trata apenas da publicidade tradicional nas ruas - exclui vitrines, folhetos e marketing de guerrilha. Listou o que viu dividindo os anuncios por categoria de produtos. No East Harlem, area pobre e de populaçao latina, por exemplo, contou 12 peças publicitarias de bebidas alcoolicas e cigarros, mas nenhuma de livros e periodicos. No Upper East Side, regiao residencial rica, anotou 11 anuncios e cartazes sobre livros e periodicos e nenhuma peça sobre bebidas e cigarros. Dica do Adland. 20/01 BBI
noticia do Blue Bus
Sem medo de perder
No último dia do ano, Luiz Caversan, colunista da Folha Online,
também escreveu uma coluna muito interessante.
Uma reflexão não só para comerçar o ano com mais coragem, mas talvez para andarmos pelos dias da vida com um pouco mais de ousadia.
Sem medo de perder (Luiz Caversan)
Se você ainda não escolheu qual vai ser a sua resolução para o novo ano, aquela decisão que você pretende fazer valer nos próximos 12 meses para tentar ser mais feliz, fica aqui uma sugestão: ouse sem medo de perder.
Não há nada que atemorize mais o ser humano do que a perda –material, espiritual, pessoal etc. Atemoriza e paralisa, em geral impedindo que você cresça e apareça, torne sua vida melhor, mais vibrante, mais generosa, mais interessante enfim.
Há um pequeno livro da genial Clarice Lispector, “De Corpo Inteiro”, que é uma preciosidade. Trata-se de uma coletânea de entrevistas realizadas pela autora, na qual ela conversa com Jorge Amado, Vinícius de Moraes, Chico Buarque Érico Veríssimo, Niemeyer, Mario Schemberg, Ivo Pitangui e muitos outros. O tema é basicamente sempre o mesmo: a vida, as coisas importantes da vida, as dores e os amores da vida.
Lá pelas tantas ele conversa com o escritor e sobretudo psicanalista Hélio Pelegrino, um dos gênios da raça, daquelas personalidades que nos dá orgulho de sermos brasileiros. E o autor e ativista mineiro constrói a seguinte resposta à questão colocada por Clarice, se é bom viver:
Viver, essa difícil alegria. Viver é jogo, é risco. Quem joga pode ganhar ou perder.
O começo da sabedoria consiste em aceitarmos que perder também faz parte do jogo. Quando isso acontece, ganhamos alguma coisa de extremamente precioso: ganhamos nossa possibilidade de ganhar. Se sei perder, sei ganhar. Se não sei perder, não ganho nada, e terei sempre as mãos vazias. Quem não sabe perder acumula ferrugem nos olhos e se torna cego –cego de rancor. Quando a gente chega a aceitar, com verdadeira e profunda humildade, as regras do jogo existencial, viver se torna mais do que bom –se torna fascinante.”
Uma excelente inspiração para 2006, não?
Que ele, o novo ano, seja tudo de bom para aqueles que, se ainda não sabem jogar adequadamente o jogo da vida, ao menos estão dispostos a abrir seu coração para aprender a perder e, assim, conquistar a sabedoria para ganhar.
Fragmentos da Mente e do Coração - 31 Dez 2005
Vou colar aqui, uma “coluna” que nunca será publicada oficialmente, como uma ‘prateleira cultural’. Primeiro porque não é cultural, segundo pq é muito autobiográfica.
Eu explico isso no texto. Foi escrito no último dia de 2005, terminei o texto as 21h45. Pouco antes do Reveillon.
Fiz o texto e o enviei por email para meus principais amigos:
31 de dezembro de 2005 - 21h45
para o nosso ano novo, programei o envio de uma coluna que nunca será publicada, pelo menos não oficialmente.Memórias. simples assim.
FRAGMENTOS DA MENTE E DO CORAÇÃO
Marcelo Nicchio
Saudade de quando a corrida São Silvestre era realizada à noite e logo depois que sagrava-se o campeão, já começava a contagem regressiva para o ano novo.E quando o ano novo começasse, após os primeiros segundos da meia noite, todo mundo fazia churrasco onde eu morava, varando a madrugada com todas as famílias juntas no meio da rua da vila.
Umas mais, outras menos satisfeitas. Mas sempre acontecia. As caixas acústicas do lado de fora, na vila, churrasco, bebida e meu olhar de criança vendo tudo como se não houvesse nenhuma maldade no meio daquilo. Apenas confraternização.Saudade de quando o carnaval era feito na Av. Tiradentes e meses antes nós já víamos a prefeitura montar as arquibancadas de madeira com estruturas de ferro.
Quando o carro parava no farol, eu via os caras vendendo Biju na tiradentes e pedia pra minha mãe no volante.
Quando começava o Carnaval, era realizado em um só dia, e terminava perto das 10 ou 11 horas da manhã do dia seguinte.
Lembranças da copa do mundo de 82, da Espanha. Todo mundo da vila, na minha casa, assistindo TV e gritando feito louco, à tarde.Lembranças da copa do México, em 86, eu já em Santana, recortando quilos e mais quilos de papel picado com os vizinhos.
Lembranças e saudades da minha passagem pela Mocidade Alegre, com 12 anos (ainda na tiradentes), em 1989. Concentração para entrar na avenida às 6:30 da manhã com o sol rachando a nossa cara e o coração na boca de emoção
Saudade de quando era office-boy, aos 15 anos. Tudo era novo. Trabalhava no centrão de São paulo. Em dois escritórios.
Um no Edifício Itália, na av. Ipiranga, o outro na R. 7 de abril. Um próximo ao outro.
Me lembro de olhar aqueles edifícios antigos, ir ao centro velho de São paulo, passar pela Bovespa, pela Líbero Badaró, Viaduto do Chá, Anhangabaú, pelos prédios em que meu pai começou a vida. E me lembro que no final do ano, no último dia comercial do ano, eu olhei para cima, do meio da rua, entre aqueles prédios antigos do centro velho e vi uma chuva de papel picado, que todos os escritórios faziam questão de jogar pela janela. Deve ser assim até hoje, não sei.
Saudade da época em que amigos eram apenas amigos. Sim, amigos de infância.
Amigos sem qualquer outra função (ou interesse) no meio.
Só amizade. Já tava (e já estaria) bom demais!
Saudade de ir para Juquehy quando pequeno, para mim, o lugar mais lindo e gostoso do mundo, naquela fase da vida.
Hoje também. Não só por ser linda a praia e a atmosfera daquele lugar mas pelas lembranças e sonhos que cada rua daquela carrega em minha memória.
Gostava de desde pequeno, ir ouvindo Spyro Gyra no carro enquanto meu pai dirigia, vendo a estrada passar e o frescor do ar mudar a medida que nos aproximávamos da praia.
Saudade do frio na barriga para entrar num palco de alguma casa noturna. Eu sabia que a galera la embaixo não iria arredar o pé dali enquanto a noite não acabasse, literalmente.
Aeroanta, Garage Rock, Piu-Piu, Alkatraz (nao lembro o antigo nome), Aurora, Olympia… Marião entrando de noiva e coturno! haháá - Ficou pra história. O vestido era de debutante da tati, emprestado. Tretas com os responsaveis dos lugares logo após a cortina fechar.. rarará. já tivemos dias de The Doors..
Policia fechando bar por causa do barulho. Um orgulho pra nós!
Voltando do estúdio a pé pra casa 4 horas da manhã pq ninguém tinha mais grana
Até nas aberturas de shows que nos orgulhavamos bastante, 365, Velhas Virgens, entre outros . Anos 90!
Saudades dos caras da minha banda: Mario Jhool (eterno irmão), Bell (co-fundador rs), Badi (coração em pessoa), Ricardo (o espirito dos “coitado”), Totti (brother das viagens e dos cafés)
Lembranças de 1994, um ano mágico. Copa de 94 nos Estados Unidos, Brasil tetracampeão, a banda rolando a todo vapor, aquele namoro adolescente com a tatiana, os jogos da copa sendo assistidos por todos na casa do Marião! Pô - que saudade, caralho.
Saudade da agência de publicidade Atomic, onde eu trabalhei em 94/95, na R. Marconi, no Centro, quando tinha uns 17 anos, como operador de diagramação. Ricardo Bicária, Arthur Gebara, Carlos Portela, Margot, Sérgio Conde, Marcos Siqueira, Cebolinha, Lincoln (o cara que me ajudou junto com o Ricardo ) todos eram músicos também! - por onde andam esses caras???
Saudades da minha adolescência, das constantes madrugadas ensaiando com a banda, compondo, escrevendo, sonhando de olhos abertos, rindo muito com a avalanche de personagens non-sense q eu e o marcelinho criavamos. Tudo regado a muito café ou whisque. Ou os dois juntos.
E 97 então? Ricardo vai pro vocal da banda. Gravamos nosso primeiro cd oficial. Tocamos em tudo quanto é lugar. Pra começar, éramos só três: Eu, Bell e Ricardo. Depois vem pra banda Totti (teclado) e Badi (guitarra) os dois viraram grandes amigos.
Eles devem lembrar como foi aquele fim de ano: 23 de Dezembro, 5 horas da manhã, estávamos terminando de mixar nosso primeiro CD, produzido pelo Edson X.
Naquele Reveillon, fomos para Bertioga, eu, alê, Datti, kito e júnior. Depois foi só pegar a balsa e chegarmos no Guarujá, para aproveitarmos o melhor pós reveillon do mundo na casa do Caio. Muito louco aquilo tudo. Mulherada, comida, piscina e muita, mas muita risada! (ouvindo nosso cd, é claro)O datti desviando a fila da balsa para passarmos, quem não se lembra! hahaha … e 1998, um ano interessante, conheci a teca, foi um divisor de águas. Afinal, o ano já tinha começado bem no Guarujá! Saudades.O Lançamento do segundo album da banda, produzido pelo versátil Badi!! Foi um ótimo cd. Foi o que ficou pra história. O cara foi abençoado nessa produção.
Tudo começou a dar certo a partir dali. Vários shows, Olympia, Programa do Jô, Interior, Canais fechados, até no canal do boi a gente foi comer polenta (Amélia Massa) !! hahahahaha
O Show do Olympia, por exemplo, abrindo pros paralamas. 6.000 pessoas. Tocando com Pneumonia.. putz.. hehehe, o que a gente não faz,
Saudades do pessoal da STI / PSinet, do ambiente la em Alphaville e depois em Tamboré, em 2000/2001.
Livraria Cultura, trouxe de bom a experiência, um novo mundo e uma nova amizade, que se tornou muito importante - meu irmãozinho Cristiano Gonçales.
Pra não ficar escrevendo um livro, melhor relatar um pouco deles, dos amigos que guardo comigo e que ainda não citei :
Benicinho, eterno louco amigo; Roberto Limonada - o ídolo regional pós punk, o nosso guru!; Cristiano Gonçales, irmão que a gente escolhe; Dailton Datti, figuraça, deixou ótimas lembranças como amigo; Dr. Luís, um amigo professor da vida, desses que ganhamos da vida sem saber como nem por que ; Finho - sou amigo e fã de seu trabalh
o; Fábio Ávila, um outro grande artista pisciano; Rogério Carulli, amigo que passa para nos ensinar muito; Goy, gde amigo; Marcinho Mainardi - amigo de velhos tempos; Kito, grande amigo, poderia ser o demonio da tazmania - o proprio. rsrs; João Conde, o maior batera do mundo; Paulo de Carvalho (Velhas Virgens) - um grande cara, um puta artista; Peterson Tremonte - amigo dos velhos tempos, quando ainda só existia BBS’s; Renato Carriel, o cara que deu inicio à todo o lance do The Trips e Coitado do Proximo, quando a molecada ainda só se encontrava no Fliperama; Rogerio Carriel e toda a galera da Rua Maranhão. O lugar onde os sonhos foram criados e cultivados; Tatiana Felipe - a kirida, rs,webdesigner super talentosa; Sérgio Savian - amigo com muita sabedoria .
Este sentimento de saudade não tem a pretensão de que os momentos voltem a ser realidade. Mesmo que voltassem, nunca seriam iguais às emoções que guardamos conosco. Apenas é a constatação de que todas estas histórias narradas para sempre serão levadas como a base de tudo. Serão levadas como referência do que gostamos, queremos e principalmente ACREDITAMOS.
O resto, não tem e nunca terá a mesma relevância.
Um grande abraço a todos.
Estes são apenas fragmentos de memórias e emoções do meu passado.
Poderia ser uma coluna, mas é muito auto-biográfico.
Memórias escritas num fim de ano, época onde paramos para fazer aquela famosa retrospectiva da nossa vida.
Parei as memórias em 2000, senão iria ficar um livro, e as histórias mais recentes ainda estão sendo escritas e estão muito “frescas” para que possamos ter uma análise mais emocional do contexto do que ainda está acontecendo.
É bom olhar pra trás para ter a referência do que passamos e da história que nos trouxe até aqui. História essa, que fomos nós que escrevemos.
Não importa o que levamos de posse conosco, mas o que deixamos para a nossa história e das outras pessoas também.
a todos os meus amigos e pessoas que me querem bem, um ótimo ano de 2006.
Marcelo Nicchio
Esta foto � simplesmente linda. 

15 de janeiro
É. O ano começou fervendo.
Fervendo no sentido de preocupações, de coisas a fazer.
Espero que este blog não caia no esquecimento.
Principalmente no meu esquecimento. rsrs.
Espero adequá-lo aos diversos Marcelos.



