Dica de Blog sobre "Vida Sustentável"

Dica da jornalista Márcia Bindo, editora da revista “Vida Simples”, da editora Abril.
É o Blog “O Guia Verde”, que fala sobre Consumo e Comportamento Sustentável.
A idéia do blog é sugerir novas idéias para uma vida sustentável, econômica e frugal. Tem muito da cara e dos temas mais interessantes da Revista Vida Simples.
Entre as categorias, o blog trata de: Alimentação, Construção, Reforma, Decoração, Moda, Internet, Passeios, Poesia, Reciclagem, Serviços Públicos, Transporte, entre outros.

Visite o blog: www.oguiaverde.com

David Lynch lança livro na Livraria Cultura

Dia 7 de agosto, quinta-feira, às 15hs, o cineasta David Lynch dará uma palestra sobre Meditação Transcendental, prática que o levou a acentuar e melhorar sua criatividade, concentração e consciência, conforme ele próprio revela em sua autobiografia “Em Águas Profundas - Criatividade e Meditação”.

Não sei se conseguirei estar presente nesta palestra, devido ao horário, mas com certeza este livro eu tenho que comprar. É a primeira vez que tenho conhecimento de um livro escrito por um artista, por alguém envolvido com processos criativos, falar da meditação.

Muito já se falou sobre meditação, sobre os benefícios não só para a mente, como para o processo criativo e intuitivo. Eu mesmo já li diversos ensinamentos do mestre Osho em livros, inclusive um que fala especificamente sobre criatividade e seu processo.

Um artista que “vem a público” descrever como isso funciona e funcionou em sua carreira é algo imperdível. Se não puder comparecer na palestra, ao menos compre o livro, pois vale muito a pena. É o tipo de ensinamento em forma de experiência que nos faz crescer muito.

Após a palestra, David Lynch autografa exemplares do livro.

Onde: Livraria Cultura Conjunto Nacional - Avenida Paulista, 2073 - São Paulo/SP (Auditório Eva Herz)
Horário: 15 horas. (David Lynch estará na livraria das 15 às 17h)

* Sujeito à lotação do Teatro Eva Herz. A entrada para a palestra será por ordem de chegada.
(Portanto vá bem mais cedo)

Para quem ainda usa o Word, Excel, blá, blá, blá…

Eu sou um entusiasta dos serviços Google.

Eu sou um entusiasta dos serviços Google. Acho que quase tudo que os caras criam ou incorporam à marca, são serviços excepcionais que substituem de forma impecável os velhos, pesados e enferrujados softwares. Você paga licensa, o software é pesado, vc fica escravo dos “backups”, e sabe-se lá quando você irá novamente achar aquele email ou documento que você arquivou na pastinha.

Hoje a tendência é abolir os programas e usar tudo o que for possível na plataforma web. Eu fiz isso e não me arrependo.

O Vídeo acima mostra como podemos usar o Google Docs no nosso dia-a-dia integrando com o email, convidando pessoas para colaborarem, ou seja, todos visualizando e editando o mesmo documento, tudo em ambiente virtual, nada no HD, nada no PC. Assista e veja que legal!

Tudo está na internet. Tudo está arquivado corretamente. Tudo está disponivel à qualquer momento. Leve, ligeiro, seguro.

Minha empresa usa Google Apps (serviços de email - Gmail, Google Docs (Documento, Planilha, Apresentação), Google Calendar (Agenda), entre outros servicinhos agregados.

É tudo online, corporativo e gratuito. Melhor impossível. Qualidade Google, quer mais o quê?

A única coisa que sinto falta ao Google Apps, é um serviço de CRM completo, daí os caras iam matar a pau! - Fizeram parceria com o Salesforce, o sistema online de CRM mais famoso do mundo.

É improvavel que eles pudessem comprar a empresa e abrir mão da renda que ela oferece. Mas bem que seria fantástico se isso acontecesse ou se eles desenvolvessem um sistema free baseado no Salesforce.

Viva a simplicidade, a praticidade, a eficiência, a qualidade e principalmente a LIBERDADE que os serviços Google nos oferecem até o momento.

Se quiser testar vai lá:

Para a empresa:

Demorô!

Como alguém se torna um leitor assíduo de livros?

Recomendo matéria publicada originalmente pelo New York Times e traduzida pelo jornal “Estado de São Paulo” e site “Estadão” sobre os motivos que influenciam uma pessoa a se tornar um leitor assíduo de livros.

Apesar do mercado literário se manter e crescer, proporcionalmente o número de leitores é muito pequeno.

Fazendo um adendo às várias teses defendidas e levantadas pela matéria, acrescentaria:
Em tempos de internet e da informação rápida e breve (sem nenhum aprofundamento), parece que nosso cérebro se acostuma com isso e não tem o treinamento nem a calma necessária para que absorva e se concentre na informação escrita, pouco a pouco, página a página, num livro.

Além da ausência da cultura da leitura dentro das famílias, existe também o agravante da pessoa não dispor de duas coisas essenciais: tempo e tranquilidade mental.

Ler é um prazer. Mas só se torna um prazer, depois que sua mente se “acostuma” a absorver informação de forma ativa, ou seja, decifrando letras, palavras, frases, contextos. Ao mesmo tempo pensar, analisar e raciocinar sobre o que está sendo lido ali.

Para que uma pessoa troque seu tempo frente ao computador ou Televisão pelo tempo “isolado” com um livro, a pessoa precisa ter acima de tudo concentração.

Além de todos os outros benefícios e prazeres ímplicitos na leitura, ler pode ser um treinamento e tanto para concentração e um ótimo auxílio contra a ansiedade.

Leia a matéria do NYT traduzida pelo Estado: AQUI

Um trago com Deus

Sábado passado fui procurar um apartamento novo para morar.
Morei a vida inteira na Zona Norte de São Paulo mas me deu um estalo e resolvi procurar imóveis nos bairros da Barra Funda, Santa Cecília, toda aquela região central que é tão falada hoje.

Dirigindo num fim de tarde de sábado por aquelas ruas… prestando atenção em que lugar eu poderia morar.

A tristeza e melancolia daquelas ruas e das pessoas que por ali passavam me contagiou a ponto de eu desistir na hora de morar por lá.

É um cenário decadente, triste, cinzento, poluído, muita informação ao mesmo tempo. Mesmo em bairros como Higienópolis, onde o metro quadrado é caríssimo.

Enquanto dirigia, me lembrei deste clipe do Cuelho de Alice, do meu amigo Paulão, dirigido pelo Mario Bortoloto.

Acho que descreve essa atmosfera estranha.

A música é muito legal. Vale a pena.

Arte com Café

Veja que arte pode ser feita nos mínimos detalhes de nosso dia a dia.
Além de ser uma ótima terapia, pois exercita a atenção plena no momento presente.

Como eu gosto muito de café e arte, este artista soube juntar muito bem!

Alex Atala e seu Restaurante DOM - 38º Melhor do Mundo







Saiu hoje na BBC. Pelo segundo ano consecutivo, Alex Atala, proprietário e Chef responsável pelo restaurante paulistano DOM, está na lista dos 50 melhores restaurantes do mundo, Restaurant Magazine.

Este ano, ele alcançou a 38º posição. Ano passado entrou na 50º.

Talento e credibilidade para os brazucas e paulistanos.

Como curiosidade, para quem não sabe, Alex Atala foi punk, frequentava as casas noturnas da época. Discotecava em uma dessas casas e conheceu todo mundo do movimento na época.

Veja trecho do wikipédia:

Filho de Milad Atala, funcionário administrativo de uma indústria de borracha, de uma família de classe média de origem palestina, Alex nasceu em Mooca e foi criado em São Bernardo do Campo. Dotado de um temperamento “determinado, teimoso até”, como definiu o pai, aderiu ao estilo punk rock; com catorze anos largou a família e foi para São Paulo, onde trabalhou como DJ no lendário clube Rose Bom Bom.
Com 18 anos foi para a Europa como mochileiro, onde começou a trabalhar como pintor de paredes na Bélgica. Por sugestão de um amigo, fez um curso profissionalizante de gastronomia e, após sua conclusão, trabalhou em restaurantes na Bélgica, França e Itália, onde aperfeiçoou seus conhecimentos da arte culinária e aprendeu inglês, francês e italiano.”

Já tinha arte na veia desde então. Criar e preparar pratos com maestria e criatividade, sem dúvida também é arte.

Links Relacionados:

Será que vai dar tempo?

.Essa filme do greenpeace é um tapa na cara.
Claro que não isenta de culpa a minha geração e as mais novas que já estão por aqui, vivendo e respirando.
Mas aponta o dedo na cara das gerações que viveram, construiram, destruiram, criaram, produziram e tudo está como está. Estão ainda por aqui, pelo menos para ver este filme.

As novas gerações já estão se acostumando a viver de uma forma mais consciente, mais responsável para com o mundo, com o outro. Começa aí. Não adianta só reciclar o lixo e você como ser humano ser outro lixo. Só reciclar o lixo pode tirar uma certa “culpinha” da sua cabeça, mas na prática não muda nada. O que devemos lutar é pela mudança nos anseios de cada um, dessa urgencia do agora, do fazer, do ter.
Pessoas tão distantes de si mesmas, motivadas pelas motivações dos outros, da sociedade voraz, impiedosa, calculista, consumidora e destruidora. Esse é o gene de toda essa destruição.

VAMOS TENTAR SALVAR O MUNDO PARA NOSSOS FILHOS, NOSSOS NETOS, OU ATÉ PARA NÓS MESMOS.

MAS…

SERÁ QUE VAI DAR TEMPO?

Links Relacionados:

  • Site do Greenpeace Brasil
  • Movimento Vá de Bike
  • Movimento Simplicidade Voluntária

    .

  • Sem medo de perder

    No último dia do ano, Luiz Caversan, colunista da Folha Online,
    também escreveu uma coluna muito interessante.

    Uma reflexão não só para comerçar o ano com mais coragem, mas talvez para andarmos pelos dias da vida com um pouco mais de ousadia.

    Sem medo de perder (Luiz Caversan)

    Se você ainda não escolheu qual vai ser a sua resolução para o novo ano, aquela decisão que você pretende fazer valer nos próximos 12 meses para tentar ser mais feliz, fica aqui uma sugestão: ouse sem medo de perder.

    Não há nada que atemorize mais o ser humano do que a perda –material, espiritual, pessoal etc. Atemoriza e paralisa, em geral impedindo que você cresça e apareça, torne sua vida melhor, mais vibrante, mais generosa, mais interessante enfim.

    Há um pequeno livro da genial Clarice Lispector, “De Corpo Inteiro”, que é uma preciosidade. Trata-se de uma coletânea de entrevistas realizadas pela autora, na qual ela conversa com Jorge Amado, Vinícius de Moraes, Chico Buarque Érico Veríssimo, Niemeyer, Mario Schemberg, Ivo Pitangui e muitos outros. O tema é basicamente sempre o mesmo: a vida, as coisas importantes da vida, as dores e os amores da vida.

    Lá pelas tantas ele conversa com o escritor e sobretudo psicanalista Hélio Pelegrino, um dos gênios da raça, daquelas personalidades que nos dá orgulho de sermos brasileiros. E o autor e ativista mineiro constrói a seguinte resposta à questão colocada por Clarice, se é bom viver:

    Viver, essa difícil alegria. Viver é jogo, é risco. Quem joga pode ganhar ou perder.

    O começo da sabedoria consiste em aceitarmos que perder também faz parte do jogo. Quando isso acontece, ganhamos alguma coisa de extremamente precioso: ganhamos nossa possibilidade de ganhar. Se sei perder, sei ganhar. Se não sei perder, não ganho nada, e terei sempre as mãos vazias. Quem não sabe perder acumula ferrugem nos olhos e se torna cego –cego de rancor. Quando a gente chega a aceitar, com verdadeira e profunda humildade, as regras do jogo existencial, viver se torna mais do que bom –se torna fascinante.”

    Uma excelente inspiração para 2006, não?

    Que ele, o novo ano, seja tudo de bom para aqueles que, se ainda não sabem jogar adequadamente o jogo da vida, ao menos estão dispostos a abrir seu coração para aprender a perder e, assim, conquistar a sabedoria para ganhar.