Peça Publicitária da MTV Antes da Estréia
Só para encerrar o assunto… Depois de escrever o post sobre o dia da estréia da MTV, fui procurar alguma notícia nos sites de jornais e não achei nada, pois o arquivo digitalizado da Folha só vai até 1994 e para pesquisar no acervo apenas indo lá. O do Estado de São Paulo não encontrei nada online. Acabei descobrindo um ótimo acervo digital da Revista Veja, onde encontrei uma peça publicitária da MTV três antes da estréia e uma reportagem de duas páginas quinze dias após.
Acabei me lembrando que meses antes da estréia, outdoors estavam espalhados pela cidade com este slogan: “Te Vejo na MTV”. Me lembro de um com o U2 na Avenida Rebouças e tenho a lembrança de um outro com a Astrid.
A peça publicitária da revista Veja era muito parecida com o Outdoor e com as publicadas em outros veículos impressos da época. Desta vez, com a cantora pop famosa na época, a Sinead O’Connor. Veja só:
A reportagem sobre a MTV, curiosamente só apareceu duas edições da revista Veja após a estréia da emissora. Como tanto a Veja como a MTV pertecem ao mesmo grupo, poderiam ter dado mais destaque uma semana antes da estréia e uma outra reportagem depois, com a festa e a repercussão. Pelo visto só vou encontrar o que eu quero nos jornais. Olhe só o que saiu:

Reportagem de duas páginas sobre a estréia da MTV na Revista Veja, 31 de outubro de 1990
E para terminar, a ampliação da foto dos quatro principais VJS que aparecem na reportagem:

Os quatro principais VJ's da Mtv Brasil em 1990: Astrid, Thunderbird, Maria Paula e Gastão
O Primeiro Dia da MTV no Brasil, em 1990, segundo minha memória.

Faz 19 anos que a MTV entrou no ar no Brasil. Dia 20 de outubro de 1990 - eu assisti (só pela tv, infelizmente) a inauguração da MTV Brasil, ao meio-dia, via parabólica e também no canal 32 UHF. Um dia antes conferi a imagem na TV - até então só rolava um relógio em contagem regressiva (que zeraria ao meio-dia) em cima da tela de Color Bars (sinal de barras coloridas que geralmente as emissoras colocam quando estão fora do ar ou no inicio da programação, que serve para a calibragem dos transmissores e monitores de tv) e uma inscrição em cima com o nome “TV ABRIL”.
Estava na casa do meu pai - então já separado de minha mãe - era sábado, acordei por volta das nove da manhã e já não havia mais ninguém por lá. Liguei a TV e a deixei viva com as “Colors Bars” na sala e fui fazer café. Voltei com a xícara na mão, andei pela casa, tentando passar o tempo lendo o jornal que meu pai assinava, vendo se alguém estava noticiando alguma coisa. De noticia em noticia olhava para a tela para ver se havia mudado alguma coisa. O relógio continuava em contagem regressiva. Faltam duas horas e pouco! O jornal dizia que já estava rolando uma festa de inauguração da MTV com os principais artistas pop brasileiros, todos os apresentadores e claro, toda a imprensa. Não lembro bem onde foi, acredito que num hotel ou casa noturna. Porra, eu não estava lá! O jornal também explicava, que com a franquia da MTV, importava-se também a denominação VJ (video-jóquei), um DJ que chama clipes na TV. Portanto, os apresentadores da MTV seriam chamados de VJ.
Eu sei que eu parecia um demente mas eu não podia conter a expectativa e ansiedade de ver aquela emissora no ar. Eu não queria perder nem um segundo de Color Bar, nem se mudar o logotipo, nem nada disso. Pronto, a tela colorida ficou preta e a inscrição mudou agora de “TV Abril” para o logotipo transado da MTV. E o relógio continua…
—> Meses antes de entrar no ar, a MTV/Abril publicou uma campanha em jornais, com um número de telefone, para que as pessoas ligassem, cadastrassem nome e endereço e recebessem em casa um caderno/manual de instruções com o logotipo da MTV, explicando o que era UHF e como deveria fazer para efetuar a instalação de um conversor e antena. Importante: nessa época, a esmagadora maioria dos aparelhos de TV só sintonizava VHF, que ia do canal 2 até o canal 13. Na maior parte dos casos, não existia “sintonizador” de canais UHF nativo no televisor, então a solução era ligar um conversor de UHF nele.
Comprava-se o aparelho e uma antena interna daquelas Plasmatic, que captava as ondas de VHF, FM e UHF. Plugava a antena interna no conversor, ligava o cabo do conversor na tv, sintonizava a TV no canal 3 (que também era usado para assistir videocassete) e ufa… sintonizava o canal 32 através do conversor de UHF. Eu já sabia instalar o conversor, mas liguei, me cadastrei e recebi o caderno de instruções, que guardo até hoje comigo.
Imagine a realidade que vivíamos aqui em São Paulo em 1990: na TV tínhamos os sete canais abertos VHF (cultura (2), TVS (4), Globo (5), Record (7), Manchete (9), Gazeta (11) e Bandeirantes (13)) e no UHF apenas um esboço do que um dia viria a ser a TVA, o Canal +, que transmitia a ESPN americana codificada e as vezes descodificada. Era só isso que havia. Nem podemos contar o Canal + como fonte de informação, porque nada acontecia num canal codificado onde só se podia ouvir o som. Saldo final: Sete emissoras de TV, Rádio FM, algumas revistas na banca, algumas salas de cinema, teatro e só. Isso porque estava em São Paulo. A situação pelo interiorzão do país era bem pior.
Na minha vida digital (que antecedeu meu dia-a-dia na BBS e Internet), já usava o Videotexto num computador Expert MSX (da gradiente) desde 1988, mas não havia muito o que fazer, era um serviço muito rudimentar, experimental, oferecido pela Telesp na cidade de São Paulo. Nem BBS, que eu comecei a utilizar por volta de 1993, existia de forma “oficial” ainda. Resumindo: o que a juventude desta época podia esperar para absorver novas informações, culturas, etc? Não muita coisa. A informação disponível era ’sofrível’ e a que vinha de fora chegava completamente distorcida ou muito diluída.

Edir Macedo já era dono da TV Record (desde novembro de 1989), Rainha da Sucata e Pantanal eram as novelas da época, Fernando Collor já era Presidente da República, a “modinha” popular da música ainda era a Lambada, nas “discotecas” tocava-se House e nossa Seleção Brasileira, da “era Dunga”, comandada pelo Lazaroni, no dia 24 de Junho foi eliminada pela Argentina na Copa do Mundo da Itália, com um gol de Caniggia aos 35 do segundo tempo. Como você pode perceber a realidade nessa época não era lá das mais empolgantes.
Pronto, faltam poucos segundos para o início das transmissões: quatro, três, dois, um, zero… Exatamente ao meio-dia do horário de Brasília, o vídeo de um foguete sendo lançado aparece na tela, junto com a frenética edição de imagens das vinhetas da MTV. Aparecem pela primeira vez a cara dos VJS: Astrid, Cuca, Thunderbird, Gastão, Zeca Camargo, Maria Paula, Rodrigo e mais alguns que não lembro bem o nome.
Para a estréia do canal foi preparado um “videoclipe comemorativo” que daria início a essa nova fase da mídia e da música brasileira. Foi escolhido um remix da música “Garota de Ipanema”, interpretado pela cantora Marina (Lima) e grande parte dele filmado na laje do prédio da nova emissora, no Sumaré, antigas instalações da TV TUPI, canal 4 de São Paulo, que foi fechada pelo Governo Militar em 1980. A versão remix da “Garota de Ipanema” sintetizava a modernidade misturada com uma canção genuinamente brasileira e internacionalmente conhecida. Assista primeiro o “Making-Of” do clipe:
Agora veja o resultado final, o primeiro vídeoclipe exibido na MTV Brasil, (apresentado pela VJ Cuca na estréia) com o logotipo da MTV estilizado com as cores do Brasil e o característico GC (gerador de caracteres) do começo da década de 90, com letras grandes na tela - Marina Lima - “Garota de Ipanema”:
Esse momento da exibição do videoclipe da Marina era acompanhado em tempo real na festa da MTV e obviamente por alguns poucos milhares de telespectadores que estavam ligados
A partir daí, DEZENAS de vinhetas, uma melhor que a outra, eram veiculadas entre os clipes, oriundas da MTV americana e de todas as outras franquias que compartilhavam material.
Alguns dos primeiros clipes que me lembro de veicularem foram:
- “Groove is in the Heart” do Dee Lite,
- “U Can’t Touch This” e “Pray” do MC Hammer,
- “Blaze of Glory” do Jon Bon Jovi,
- “Satisfaction” versão da banda Devo,
- Suicide Blonde do INXS
- Nothing Compares 2 U da Sinead O’Connor.
- “Musique Non Stop” - Kraftwerk São estes clipes que me lembro de forma mais nítida de aparecerem mais repetidamente nos primeiros dias.
- “Video Music” (programas de duração de uma ou duas horas, umas 3 ou 4 vezes ao dia) - Este programa é o mais antigo da MTV americana e deu origem ao nome do prêmio VMA - Video Music Awards. Era um programa genérico de Video Clipes, na primeira fase no Brasil apresentado pela VJ Cuca.
- “Non Stop” (uma hora inteira sem intervalos, só com clipes - aparecia uma ou duas vezes na grade diária) - talvez apresentado por Maria Paula ou Cuca, nas primeiras semanas.
- “Disk MTV” (diário, por volta das 17hs), apresentado pela Astrid;
- “Clássicos MTV” (talvez diário) apresentado pela VJ Dani
- “Ponto Zero” (semanal - lançamentos) apresentado por Thunderbird;
- “Rock Blocks” (talvez diário - blocos com clipes de um mesmo artista) - apresentado por Maria Paula
- “Rockstória” (semanal) Perfis e Docs de Artistas Internacionais, produzidos pela MTV americana e legendados em português.
- “MTV No Ar” (diário - versão brasileira do MTV NEWS) apresentado por Zeca Camargo;
- “Semana Rock” (resumo semanal notícias) apresentado por Zeca Camargo;
- “Cine MTV” (semanal - não me lembro quem apresentava)
- “Top 20 Brasil” (semanal);
- “Top 10 EUA” (semanal);
- “Saturday Night Live” (Sábados à noite, por volta das 23hs, legendado) - Tradicional programa humorístico americano.
- “Buzz MTV” (acredito que diário, por volta da meia-noite ou uma da manhã - Reportagens / documentários curtos e experimentais dos EUA. Legendado - Era a última atração da programação)
- “Yo! MTV Raps” - (semanal) apresentado pelo VJ Rodrigo
- “Lado B” - (não lembro se diário ou semanal - talvez Thunder apresentando)
- “Fúria Metal” (semanal) apresentado por Gastão
- “VMA - Video Music Awards” (premiação - anual) - transmissão ao vivo com tradução simultânea e reprises posteriormente.
Com a entrada da MTV Networks (Viacom International) em parceria com o Grupo Abril no Brasil, nascia a emissora de TV “MTV Brasil”. A partir daí um novo paradigma de cultura pop, televisão e entretenimento foi construído. Conseguíamos finalmente conhecer a “cara” e o estilo das bandas que ouvíamos no rádio e nos LP’s. Os lançamentos de clipes e bandas começaram a chegar diretamente até nós, sem escala. Encurtava-se ou em alguns casos anulava-se o ‘delay’ dos lançamentos musicais entre Estados Unidos-Europa e o Brasil. As vinhetas da emissora (muitas importadas de todas as franquias da MTV mas outras tupiniquins), a comunicação visual, o estilo dos VJ’s, alguns programas da MTV americana que enfim poderiam ser absorvidos quase em tempo real. Tudo era novo e providencial para mim, um moleque de 13 anos louco por música, por filmes, por novas mídias.
A MTV acentuou ainda mais a produção e o consumo musical no Brasil, pois colocou em pauta muitos artistas que até então não existiam no cenário comercial. O videoclipe que já era modestamente acompanhado em programas como Fantástico (Globo), Clip Trip (Gazeta) — com a apresentação de Beto Rivera e trilha Bomb The Bass (quem lembra?) — Clip Clip (Globo) com apresentação de Marcelo Tas, Som Pop (Tv Cultura) com apresentação de Kid Vinil, entre outros, carecia de acervo, de maior espaço nas grades e de um ‘timing malandro’ com os lançamentos do exterior. Não existia nada disso. Talvez por isso não houvesse uma maior valorização e ampliação deste mercado por aqui. Artistas, bandas e bandinhas começavam a pipocar em todos os lugares. O jovem daquela época começava a ser catalisado por um importante marco na mídia e na cultura do Brasil.
Menos de um mês depois pudemos acompanhar a cerimônia do Video Music Awards americano pela primeira vez, em que a banda Titãs com o videoclipe “Flores”, foi a representante da nova franquiada brasileira da MTV em Los Angeles.
Após a estréia da MTV, clipes começaram a ser produzidos com maior intensidade ano após ano, até que no ano de 1995, com mais de uma centena de videoclipes brasileiros produzidos nos últimos 12 meses, a MTV se viu na obrigação de criar uma versão tupiniquim da premiação do videoclipe americana, que em sua primeira versão se chamou “Video Music Awards Brasil”, apresentado por Marisa Orth ao vivo do Memorial da América Latina.
Sem dúvida, a MTV hoje não representa um décimo da importância e relevância que ela teve na sua estréia e nos seus primeiros anos de vida. Muito disso se deve ao fato de que atualmente temos uma enxurrada de informação num mundo de TV, TV a Cabo, Internet, Celular, Smartphones, Wireless, etc. Mas isso já é outra história.
O Embaraço de David Letterman

Não é de hoje que sabemos ou “ouvimos dizer” que a TV é cheia de “testes do sofá”. Parece um mito mas pode acreditar que vai muito além disso. ‘Testes do sofá’ não são exclusividade da TV. Eles estão presentes no dia-a-dia, nas empresas de qualquer indústria. Pode-se chamar de “Teste do Sofá”, de “Relação Profissional” ou simplesmente de “Válvula de Escape” ao estresse do trabalho diário. É tão comum que o dia mais movimentado nos motéis brasileiros é, adivinha… no dia da Secretária! Claro que se o relacionamento cai no conhecimento público, vira escândalo, promove demissões, preconceito, fim de casamentos e até marginalização;
Acontece que o “alvo” da vez foi o apresentador e comediante americano “David Letterman”. O apresentador foi vítima de uma extorsão promovida por um produtor que trabalha na mesma emissora que Letterman, a CBS. O produtor estava tentando “levar” dois milhões de dólares do apresentador em troca de silenciar provas que ele tinha sobre relacionamentos com mulheres (no plural) que trabalharam na produção de seu programa. Uma das mulheres que Letterman havia levado para o “abate” era a mulher do produtor, o próprio. Letterman chamou advogado, avisou a polícia, promoveu três encontros, sendo que no último deles deu um cheque ao extorsionário no valor pretendido. Segundo o apresentador, após o encontro, o cara foi preso com o cheque pela polícia e pode pegar até 15 anos de prisão.
Não ter se submetido à extorsão foi algo que talvez a maioria de nós fizesse. Porém, o ônus de não ter cedido ao homem não pode ser calculado com tanta precisão. O desgaste de sua imagem está aumentando dia após dia. Todos os noticiários, programas de fofocas, sites de notícias e revistas tratam do assunto como um escândalo. E todos os lugares mostram sua imagem desolada, tentando fazer graça em seu programa com a própria desgraça, como você verá no vídeo abaixo. Além disso, Letterman foi à TV mais uma vez (após este dia que você verá agora) falando de sua esposa e pedindo desculpas reiteradamente. Seu casamento pode não resistir.
O momento, apesar da postura “jocosa” em certas frases, é embaraçoso, constrangedor. David Letterman foi um cara corajoso. Poucos escancarariam esse escândalo em seu próprio programa de tv na rede CBS e de forma tão aberta. Esta cena abaixo, com certeza, será para sempre lembrada. Veja como foi:
Plano de Exercícios para viciados em Internet
O designer Patrick Moberg criou seu “The New (Media) Workout Plan” que nada mais é um plano de exercícios para ‘Heavy Users’ em Internet. Como ele se pegou verificando compulsivamente os serviços da Web 2.0, teve a idéia de criar um plano de exercícios (funciona mais como uma penalidade) para cada vez que o “viciado” abrir uma nova aba no navegador para verificar o site ou serviço.
Para o Google Reader por exemplo, a ilustração sugere a “penalidade” de 25 abdominais. Eu estaria com um abdômen ‘tanquinho’ neste momento. he he he
Veja o plano de exercícios:

A Vida Como Ela É, ou seria, nos Contos de Fada
Fascinante trabalho da fotógrafa Dina Golsdtein, retratando cenas dos Contos de Fada para os dias atuais. É como se ela tivesse dado um “Choque de Realidade” às estórias retratadas pela Disney há muitas décadas. Dina Goldstein pegou as principais personagens da fantasia, como Cinderela, Bela, Branca de Neve, Rapunzel, Chapéuzinho Vermelho, entre outras, e as colocou na vida real. Como se comportariam? Não à toa, o nome da série é “Fallen Princess”.
Finais Felizes? É este o questionamento que ela levanta em seu trabalho. Acaba sendo uma crítica às pessoas que alimentam crenças e idealizações baseadas nos contos de fada, vem daí o “Síndrome de Cinderela”, pessoa que fica à espera do “Princípe Encantado”, como nas estórias.
Veja o resultado:

Bela Adormecida, dormiu demais, parou na casa de repouso.

Cinderela no bar, deprimida, bebendo para afogar a mágoa e espantar a solidão após esperar anos pelo príncipe encantado, mas ele não apareceu.

Chapéuzinho Vermelho, gorda, "enchendo o rabo" de (comendo) Junk Food enquanto caminha na floresta

Rapunzel doente, não tem mais cabelo

Bela fica insatisfeita com sua aparência e faz uma cirurgia plástica

Branca de Neve, enfim, arrumou um "bom partido". Ela cuida das crianças enquanto o Príncipe assiste a Televisão
Campanha contra a Aids usa imagens de Hitler, Saddam e Stalin
Uma campanha lançada na Alemanha utiliza ilustrações de um casal tendo relações sexuais, sendo que o parceiro masculino é nada menos que Hitler. Variações da campanha utiliza a imagem de Saddam Hussein e Stalin. Como vc pode ver na ilustração abaixo, a campanha tem como objetivo chocar e propagar um forte impacto com a feliz associação de Hitler com a Aids.
A campanha só peca por não colocar nenhuma personagem feminina como “transmissora” da doença nas ilustrações, pois é claro que a doença pode ser transmitida por homens ou mulheres.
A campanha que naturalmente alerta que a Aids é letal e não tem cura, dá inicio às mobilizações para o Dia Internacional da Aids, que é no dia 1.o de Dezembro.

Campanha do Reino Unido sobre riscos de SMS ao Dirigir
Uma campanha produzida no País de Gales, com orçamento modesto de US$ 20 mil e utilizando estudantes do condado de Gwent como atrizes, causou repercussão no Youtube e nas escolas por onde é exibido.
Intitulado como “Don’t Text and Drive”, o vídeo foi produzido com o objetivo de alertar sobre os riscos de enviar SMS através do celular enquanto se está ao volante. Nele, três garotas estão em um carro enquanto a motorista conversa com as amigas e procura o contato de uma pessoa no celular para enviar a mensagem SMS. Nesse momento, o carro colide de frente com outro automóvel e a cena produzida é realmente impressionante. A sensação de realidade provocada pelo vídeo é inquestionável, tanto pela colisão, como pelas escoriações e pela reação de uma delas ao final. É chocante.
O sucesso foi tanto que o vídeo começou a ser veiculado por emissoras de televisão nos Estados Unidos e está previsto uma versão de 30 minutos pela mesma equipe do Reino Unido ainda este ano.
Essa produção só corrobora a tendência dos governos e agências de publicidade em CHOCAR para Conscientizar. Temos como exemplos recentes as frequentes campanhas Anti-tabagista e as peças publicitárias alemãs sobre o risco do HIV, com ilustrações de mulheres tendo relações sexuais com Hitler, Stalin e Saddam Hussein.
Mocidade Alegre é Campeã do Carnaval 2009 em São Paulo

Parabéns, Mocidade Alegre, pelo Título de Campeã do Carnaval de São Paulo de 2009. O nono campeonato de sua história, o terceiro em seis anos (2004-2009), sendo que nos últimos três foram dois títulos e um vice-campeonato (2008).
A apuração foi uma das mais nervosas de todos os tempos, onde até a metade das notas, Mocidade e Vai-Vai dividiam o primeiro lugar com notas 10 em todos os quisitos e jurados. A partir do quisito Fantasia, a Vai-Vai recebeu duas notas 9,75 e a Mocidade abriu a vantagem quase até o final, quando no quisito Evolução ela acaba sendo prejudicada com uma nota 9,75, mas ainda permanecendo com uma vantagem de 0,25 para a Vai-Vai.Na última nota do último jurado, quisito Alegoria, a Mocidade ganhou mais um 9,75 fazendo com que a Vai-Vai empatasse (e pudesse ganhar por critério de desempates: notas mais altas em quisitos chave).
Só que aí faltava a última nota da Vai-Vai. No último segundo da apuração, Mocidade sagra-se Campeã do Carnaval de São Paulo de 2009 quando a Vai-Vai recebe a nota de 9,50. Acabou! Mocidade inverte o papel do ano passado, e faz a Vai-Vai sentir o mesmo gosto amargo do vice-campeonato nas últimas notas da apuração.
Muito dessas novas conquistas (período 2004-2009) da Mocidade Alegre se deve à um pessoal jovem e obstinado que é da comunidade e trabalha com paixão pela escola. Uma dessas pessoas é o Sidney França, um cara que tive o prazer de conhecer e é responsável pelo desenvolvimento e feitura dos Enredos que a escola leva à avenida nos últimos anos. Todas essas notas 10 de enredo em todos estes anos se deve ao trabalho dele. Um dia eu consigo convencê-lo de levar à avenida um enredo sobre a vida do Tim Maia! (rs)
E antes que você pergunte: sim, sim, sim, sou declaradamente fã dessa escola que aprendi a admirar desde 1989, a primeira vez que desfilei, com 12 anos de idade, onde os desfiles ainda eram feitos na Av. Tiradentes. Parabéns “Morada do Samba”!


VÍDEOS:
COMISSÃO DE FRENTE E PARTE DO CARRO ABRE ALAS - MOCIDADE ALEGRE
COREOGRAFIA DA BATERIA DA MOCIDADE ALEGRE ANTES DE ENTRAR NO RECUO:
PRIMEIROS MOMENTOS APÓS O ANÚNCIO DA VITÓRIA E O GRITO DE “É CAMPEÃO”
JORNAL NACIONAL - MOCIDADE CAMPEÃ - MELHORES MOMENTOS DESFILE
ASSISTA A REPORTAGEM DO JORNAL DA GLOBO SOBRE A DISPUTA ENTRE MOCIDADE E VAI-VAI NA APURAÇÃO MAIS TENSA DOS ÚLTIMOS ANOS DO CARNAVAL PAULISTANO, ONDE APENAS SE SOUBE DA VITORIOSA NO ÚLTIMO SEGUNDO, NA ÚLTIMA NOTA, DADA À VAI-VAI.
ADENDO: Foram nove títulos conquistados, sendo que sete do grupo de elite do Carnaval de São Paulo e dois dos grupos 3 e 2, respectivamente. O Escudo da escola possui agora, nove estrelas, se utilizando do mesmo critério.
O Orkut faz 5 anos!

Orkut faz 5 anos. Desde 24 de janeiro de 2004
O Orkut fez aniversário. Completou 5 anos de vida no último dia 24 de janeiro.
Quanta mudança desde o ano das Olimpíadas de Atenas. Você se lembra do que aconteceu?
Me refiro às Olimpíadas, pois meu ingresso no Orkut se deu por volta de Junho/Julho de 2004, aproximadamente 5 ou 6 meses após a estréia oficial do site, época de jogos Olímpicos, período que eu parei de fumar.
Naquela época, só era possível ingressar no site mediante convites emitidos por usuários já cadastrados, ou seja, se você tinha um amigo cadastrado você praticamente implorava para que o mesmo enviasse um convite para seu email. Isso serviu bastante para gerar ‘Buzz’ na web brasileira, o assunto das rodinhas e da mídia em geral era o tal do site de relacionamentos (ou rede social) Orkut, que se não me engano na ocasião era (ainda) identificado como “site de comunidades”. Na ocasião, cheguei a publicar duas matérias/crônicas em minha coluna ‘Prateleira Cultural’, na Revista SInal Verde (de São Paulo), intitulada como “Vitrine da Vida”.
Talvez você tenha conhecido o orkut anos depois, quando muita gente já tinha o site em sua ‘webrotina’ diária, mas o que me chama a atenção é o efeito que ele causou na nossa sociedade desde 2004. Tudo mudou na forma que nos relacionamos com as pessoas. Não falo só por mim, óbvio que não! Afirmo isso diante de tanta gente que já observei RE-ENCONTRAR amigos de colégio, amigos de trabalho, ex-vizinhos do bairro da cidade natal, ex-namoradas(os), entre tantas outras possibilidades que o site nos proporciona.
Daí você pergunta: “Mas por que então o MySpace, o Facebook, entre outros sites de relacionamento não são citados por você no post?”. A resposta é simples: Porque nenhum outro site de relacionamentos se tornou um padrão no Brasil como o Orkut conseguiu, o que fez o site possuir o cadastro de grande parte das pessoas com acesso à web no país. Ou seja, a probabilidade de você encontrar alguém lá é altíssima.
Eu também não estou levando em conta as comunidades dentro do Orkut, que reúnem muitos adeptos e interessados sobre qualquer assunto que você procurar. Estou levando em conta neste post apenas o encontro de pessoas.
Portanto, acho que, apesar de já existirem alguns livros sobre Orkut, ainda serão publicados estudos sociológicos aprofundados sobre o impacto do site em nossa sociedade, na forma como as pessoas passaram a se relacionar, criar novos vínculos, estabelecer contatos, re-encontrar e re-aproximar pessoas, e por aí vai. O site tem uma importância social muito grande e forte para os brasileiros e não merece estar na boca de jornalistas policialescos nem de senadores marketeiros por desvios de cidadãos que cometem crimes da mesma forma como cometeriam cedo ou tarde na vida real. Crucificar o site por causa disso é de uma cegueira absurda.
Após 2004, eu cansei de ver em bares e casas noturnas mesas reservadas para “encontro do orkut”, “turma do orkut” ou então o próprio nome da comunidade, seja lá de que assunto for. Virou rotina e hoje é mais do que comum. Vi casa noturna criar descontos e dias especiais para encontros do orkut.
Pois bem, com 5 anos de existência, o Orkut, criado pelo programador Orkut Büyükkokten tem muito a comemorar, pelo menos aqui no Brasil. Além de muitos serviços terem sido incorporados na rede social desde 2004, outros tantos foram prometidos para este ano comemorativo de 2009. Vamos ver até onde isso vai dar!
Entenda a “Crise Financeira” de forma clara, por Marcelo Tas
Uma série de três programas sobre crise financeira está sendo produzido pelo Marcelo Tas para o UOL e também é publicado no Blog do Tas.
O Tas, de maneira informativa, clara e divertida explica como a crise nos afeta e também quem são os grandes culpados (pecadores) por essa crise.
Assista ao primeiro episódio desta série!


