U2 lança clipe de Natal em site beneficente

A banda Irlandesa U2 lançou um clipe de Natal no site beneficente (RED)WIRE (hospedado no Facebook), que ajuda os doentes de HIV na África com a compra de remédios através de renda gerada pela venda de arquivos digitais. É a primeira vez que o U2 coloca algum material por lá.

A música se chama “I Believe in Father Christmas” e é um cover de Greg Lake, cantor da finada banda Emerson, Lake and Palmer.

Outros artistas participam do projeto, entre eles: Joseph Arthur, Jenny Lewis e The Killers.

Assista ao clipe de Natal do U2!

O Famoso Holograma da CNN na Noite das Eleições Americanas

Realmente a CNN dá show. Já está dando um show audiovisual na cobertura das eleições desde as primárias, na disputa interna do partido democrata e republicano, no começo do ano.

Primeiro foi o telão touch-screen, onde o analista político selecionava Estado por Estado, pré-candidato por pré-candidato, quantos delegados havia conquistado, quantos faltavam para ser escolhido o candidato, etc. Simplesmente um SHOW visual de deixar o telespectador incrédulo. Uma maneira genial de tangibilizar os detalhes da notícia.

Ontem a noite, durante a apuração dos votos em que se escolhia o novo presidente dos Estados Unidos, a CNN tinha mais uma carta na manga: a HOLOGRAFIA. Através de um holograma, o apresentador na sede da CNN conversou com a correspondente Jessica yelin em Chicago. Mas peraí: os dois estavam frente a frente.  Simplesmente fantástico, fodástico, sem precedentes. Veja só:

Links relacionados:
www.cnn.com
http://www.cnn.com/POLITICS/

José Saramago assistindo Ensaio Sobre a Cegueira

Veja como foi a reação do escritor José Saramago, logo após assistir em Cannes a exibição do filme “Ensaio sobre a Cegueira”, adaptação de seu livro feita por Fernando Meirelles. Emocionante!

Veja como foi a volta de Dedé Santana

Assista episódio da “Turma do Didi”, chamado “O Pai da Noiva” que registra a volta de Dedé Santana à TV Globo e a contracenar com Renato Aragão depois de 15 anos afastados.

Emocionante, depois de 15 anos, Dedé volta à tv ao lado de Didi.

Veja homenagem da equipe da globo e do programa “Turma do Didi” à volta do humorista Dedé Santana.
Emocionante!

No próximo domingo, Didi e Dedé juntos na TV depois de 15 anos.

A partir deste próximo domingo, Dedé Santana e Didi (Renato Aragão) voltarão a participar juntos dos mesmos esquetes humorísticos, como faziam há 15 anos atrás, no finado programa “Trapalhões”.

Os dois estarão juntos no humorístico - “A turma do Didi”.

Abaixo, trechos do G1:

“Quase 15 anos depois do fim de “Os Trapalhões”, o que parecia
improvável aconteceu: Didi e Dedé retomam, a partir deste domingo (22),
a parceria que foi sucesso por mais de 30 anos na televisão. Manfried
Sant´anna, o Dedé, foi recontratado pela TV Globo e já começou a gravar
ao lado do amigo, na “Turma do Didi”. “Tem sido só alegria”, conta o
humorista.”

“(…)Dedé e Didi voltaram a gravar juntos, mas não sabem ainda como será o
futuro. Por enquanto, o velho amigo é mais um participante do dominical
da TV Globo. Mas a química não demorou a aparecer. “Embora estejamos há
muito tempo sem trabalhar juntos, já no início das gravações começamos
a improvisar e tudo está voltando rapidinho. Não sei se vamos resgatar
o que fazíamos antes, isso só com o tempo saberemos. Mas ontem
[quarta-feira], nas gravações, fiquei mais confiante”, confessa Dedé,
que se diz “muito, muito ansioso” com a estréia.

O
único desejo que ainda falta ser realizado, aos 70 anos de idade, soa
engraçado. “Tenho o sonho de fazer um filme sério. Nem que fosse apenas
uma pontinha, uma pequena participação.”

"Blindness", novo filme de Fernando Meirelles

O novo filme de Fernando Meirelles, chamado “Blindness”, inspirado no livro de José Saramago “Ensaio sobre a cegueira”, terá um premiere na abertura do festival de Cannes. Não se sabe ainda se o filme irá concorrer ao prêmio.

Além do livro ser espetacular, o filme promete “bombar”. Pelo trailer, parece ser muito bem feito, inclusive com alguns takes em São Paulo.

Assista aqui (abaixo), o Trailer do filme.

Links Relacionados:
http://www.blindness-themovie.com

"Zeitgeist" - Meu "Review" sobre o novo álbum dos Smashing Pumpkins

Conforme solicitado pelo amigo b.m., que comentou o post anterior sobre o “Zeitgeist”, o novo álbum dos Smashing Pumpkins, posso dizer que:

Baixei antes mesmo do lançamento oficial, via torrent, com capinha e tudo. - É, são os novos tempos. Vazou e caiu na net. Queimei um cd e fui eu lá todo eufórico ouvi-lo fora do meu computador, em um cômodo da casa que eu pudesse estar totalmente centrado e envolvido apenas pela música.

Minha primeira audição do álbum foi frustrante. Isso porque eu já tinha ouvido o single “Tarantula” e tinha adorado! Aquilo era uma amostra do que verdadeiramente era os Pumpkins pesados, fortes e melódicos ao mesmo tempo. O Single realmente é muito bom!

O Álbum tem outras grandes faixas. Mas outras grandes faixas que você vai descobrindo com o tempo, assim como todo álbum dos Pumpkins. Pelo menos comigo foi assim: Cada álbum que eu comprava, eu ia me familiarizando com os ritmos, as linhas melódicas, as letras. Demorava. Não havia aquela fome saciada logo no início. Era como se você estivesse com fome e te colocassem um prato de comida estranho, que vc nunca tinha visto, nem sentido o gosto nem cheirado. Os gostos e aromas eram novos. E para que vc pudesse “consumir” aquilo com voracidade, você passaria por um processo de adaptação.
Meio maluco?
É, pode ser, mas é assim que acontece(ia) com as músicas dos Pumpkins.

No Zeitgeist, uma coisa que me chamou a atenção nas músicas era a pouca originalidade das linhas melódicas das composições, e, posso arriscar dizer que inconscientemente o uso de clichês melódicos de rock n roll em alguns trechos.

Veja, essa não é uma análise (puramente) técnica. É uma análise de um fã que tinha criado uma expectativa para a chegada de um novo álbum 7 anos após a ruptura da banda.

Talvez minha expectativa fosse alta demais, não sei. Mas este álbum, na minha humilde opinião fica abaixo do último, o Machina (2000).

Só acho Zeitgeist melhor do que o álbum Adore (1998), que foi o álbum que mais fugiu do que verdadeiramente definem os Pumpkins.

Mas mesmo assim, existem boas faixas, claro:

a faixa número 1 - Doomsday Clock, uma verdadeira porrada na orelha, logo que abre o CD. Um dos pontos altos do CD. Bateria e guitarras hiper pesadas. Um instrumental e uma linha melódica que lembra um pouco System of Down, só que com um toque pumpkins, off course.

Faixa numero 2 - 7 Shades Of Black - Variações de ritmos espertos na bateria, um muro de guitarras muito bem feito (como em todo o cd), e dinâmicas que lembram um pouco o rock progressivo.

Faixa número 3 - Bleeding the Orchid - Bem Pumpkins. Faixa melancólica, bons climas de guitarra e dobras de voz interessantíssimas. Ótima melodia vocal. No clima do album “Adore” um pouco, mas mais orgânico.

Faixa número 5 - Tarantula - o ponto alto do Album. Uma cacetada, literalmente. Linha de guitarras e baterias meio clichê de rock n roll, a lá Detroit Rock City, mas a melodia e a letra da musica não são nada clichês. A mais comercial, mas uma das mais iluminadas. O bom velho Billy está de volta. Final apoteótico: “I dont wanna be alone, i dont wanna be alone, I dont wanna be alone… “

Faixa número 6 - Starz - Climas interessantissimos, ótima Mixagem. Ótimas dobras de vocais. Seria uma musica maravilhosa, se o Billy não se resumisse a uma musica melodicamente tão repetitiva. Se torna chata, insossa e cansativa. Mas fica o registro que poderia ter sido uma “senhora canção”. Parece que ele parou no meio da composição.

Faixa número 9 - Bring The Light - Está entre as 4 melhores faixas do CD. Essa sim, recorre aos tempos de pumpkins. Boas linhas melódicas de guitarra, vocais e da combinação de acordes.

Faixa número 10 - Come On (Let’s Go) - Para mim, está entre as 2 melhores músicas do CD. Música pop, refrão lindo, linha melódica do rock alternativo anos 90, boa condução de batera do sr. chamberlin. Ótimas dinâmicas!! Essa musica faz a média da minha avaliação do CD subir bastante.

Faixa número 11 - For God and Country - Ótima música, ótima melodia, ajuda a sustentar a pseudo-politização do álbum, pelo título e pela letra da música. Se não fosse o arranjo meio “oriental”, esquisitão, a faixa poderia ter sido melhor aproveitada. Digo isso, porque a execução ao vivo desta música nos shows dos Pumpkins faz você se apaixonar pela música, automaticamente. Voz e violão, simples assim. Depois você ouve no álbum e se decepciona um pouco, ou não, vai ver eu sou chato pra caralho. hehe. Tudo bem, eu sei, eu sei. Mas o arranjo do álbum também tem uns climas interessantes. Vai do seu mood na hora.

Bom, pra finalizar todo o meu review, eu coloco Zeitgeist acima apenas de Álbuns como Adore(1998) e Pisces Iscariot (1994). De resto, os outros álbuns todos são melhores, na minha humilde e insuportável opinião.

Mas veja, não estamos falando de qualquer banda, estamos falando dos Smashing Pumpkins, e isso faz com que mesmo com minha avaliação, o álbum continue digno de estar no meio dos meus playlists mais tocados, por que não? Afinal, desde que gravei até agora já o ouvi diversas vezes, e a cada vez que ouço, gosto mais, e descubro novas faixas que eu odiava e hoje não as odeio tanto. Talvez amanhã eu descubra um “novo aroma” e a faça ser a minha “número 1″. Rsrs. Foi assim com o Machina, pode acontecer com esse álbum também.

Só pra rechear este post com mais informação, quero dizer que SURPREENDENTEMENTE para mim, o álbum Zeitgeist é o segundo álbum mais vendido na tabela de álbuns da Billboard, dá pra acreditar???

A banda, que largou o showbizz ha 7 anos, alegando cansaço e decepção com o cenário musical e muito por não sentirem uma euforia da grande mídia para cada novo trabalho lançado deles, voltam a tona, e, através do selo independente Roadrunner, estão entre os mais vendidos.

Ganharam 4 das 5 estrelinhas na avaliação da Revista Rolling Stone. Pô, as coisas aos poucos estão melhorando.

E há o boato de que no final do ano (entre Novembro e Dezembro) os Pumpkins estarão no Brasil. Mas ainda é só uma negociação, anunciada pelo próprio Billy Corgan para uma fã brasileira que mora nos States.

Acho que esse post já está grande demais e por enquanto, encerramos este assunto dos Pumpkins. Abraços! Valeu b.m.

Links Relacionados:

Smashing Pumpkins - Tarantula - Clipe Oficial

Até que enfim saiu o clipe oficial.
Para quem conhece toda a videografia dos Pumpkins se decepciona um pouco com esse vídeo. Sei lá, sei lá…
Eu sei que eu sou um fã meio saudosista. Tenho que me confirmar com a realidade.
Os tempos são outros.
Mas…
Com tanto garoto em casa fazendo clips fantásticos, os caras num ambiente chroma, é coisa da TV Gazeta, no começo dos anos 80.
Tá certo que a indústria fonográfica está quase abolida, mas é possível se fazer grandes vídeos com investimentos baixíssimos hoje em dia. Ha não ser que a intenção foi esta mesmo: “Não, nós podemos fazer um ótimo clipe, mas vamos fazer algo bem retrô e crú, de propósito”.

Quer saber? Antes isso do que nada.
Bem vindos ao século 21.

Estréia filme - Proibido Proibir (Caio Blat, Alexandre Rodrigues e Maria Flor)

9 prêmios Internacionais e 3 Prêmios Nacionais até agora.

Estreiou este fim de semana nos cinemas o filme: É Proibido Proibir.

Aclamado pela crítica, é mais um dos filmes nacionais que promete fazer (mais) barulho este ano.

A estória se desenrola na vida de 3 universitários - Paulo (Caio Blat), Leon (Alexandre Rodrigues - Buscapé do Cidade de Deus) e Letícia (Maria Flor).
Letícia e Leon já namoram, mas Letícia se apaixona por Paulo.

Além disso os três passam por vários problemas cotidianos, tentam intervir e passam por consequeências dramáticas.

O cinema nacional está em ótima fase. Acho que nunca vi em uma só época tão bons filmes estreiarem (quase) juntos.

Caio Blat também está em grande fase.
Além de ter participado do espetacular filme “O Ano em que meus pais sairam de férias”, está em cartaz no momento em dois filmes ao mesmo tempo: É proibido Proibir e Batismo de Sangue. Em breve estreiará outro filme com ele: Baixio das Bestas.

Alexandre Rodrigues, todo mundo já conhece, interpretou o personagem Buscapé no filme Cidade de Deus. Postei sobre ele fazendo casal com a Maria Flor no clipe do John Legend, a pouco tempo aqui no blog.

Se você não viu clique aqui para ver o Post com o clipe

PROIBIDO PROIBIR

(idem) Brasil, 2007
Dirigido por Jorge Durán
Com Caio Blat, Maria Flor, Alexandre Rodrigues
Drama romântico teen

Sinopse: Três estudantes universitários enfrentam conflitos morais quando um deles se apaixona pela namorada do outro.

Fique por dentro: Caio Blat também está em “Batismo de sangue”, em cartaz, e em “Baixio das bestas”, que estréia em maio.

Críticas:
Veja São Paulo “Num ritmo pulsante, a narrativa ganha contornos cada vez mais dramáticos e aflitivos”
Variety “Interessante e irreverente; o público jovem vai ficar ligado”

Veja mais:
Trailer
Site oficial
Entrevista com Caio Blat
Entrevista com o diretor

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