Bebê do album Nevermind, do Nirvana, 17 anos depois.

Nevermind (1991) - Nirvana

Spencer Elden, 17 anos depois recriando a capa do álbum Nevermind do Nirvana
O famoso bebê da capa do álbum nevermind, Spencer Elden, mergulha em uma piscina para recriar a foto do maior álbum da história do rock, o qual ele protagonizou com meses de idade. Elder mora hoje em Los Angeles e cursa o colegial.
Em 1991, quando a foto foi tirada, os pais de Elden receberam um cachê de 200 dólares pela foto. Agora ele revive a cena, só que desta vez, com um calção.
Cartola homenageado no programa “Som Brasil” da Rede Globo
Um lindo programa foi gravado com Alcione, Grupo Semente, Teresa Cristina, Vanessa da Mata, Pedro Miranda e Pedro Moraes.
Ótimas interpretações, com exceção de Alcione, cantando músicas clássicas do Cartola em arranjos de gafieira com uma ótima banda, porém em versões totalmente descabidas na minha opinião.
Ponto alto para Vanessa da Mata interpretando lindamente Cartola em: As Rosas não falam, Alvorada e Corre e Olha o Céu, que você pode ver no vídeo abaixo.
Os 100 Anos de Cartola
Hoje Cartola faria 100 anos de idade. Morreu em Novembro de 1981, deixando uma obra inesquecível, fruto de um artista singelo, altivo e genial.Cartola, um negro magro com grandes mãos de pedreiro, que deslizavam nas cordas do violão com delicadeza e carinho. Carinho por aquele instrumento que nada mais era do que uma ferramenta inseparável de trabalho. Violão que era como um parceiro, filho, irmão. Mais do que um violão, era um cúmplice na arte de traduzir o amor e a díficil vida em forma de canções.
O amor pela “ferramenta de trabalho” só era menor do que seu amor por Dona Zica, que inspirava e motivava todas as canções produzidas pela parceria de Cartola com o seu violão.
Cartola pegava o violão logo ao acordar de sua ’siesta’ (cochilo após o almoço). Era resultado de poesia, amor e da antiga malandragem carioca.
Recomendo a todos assistirem o documentário sobre Cartola - “Cartola, música para os olhos”.
Tenho saudade do Cartola sem ao menos ter podido acompanhá-lo em vida. Mas suas músicas ecoarão por todo o tempo!


Morre o mestre da soul music, Isaac Hayes
Impossível escrever a história do soul ou até mesmo dos anos 70 sem mencionar Isaac Hayes, esse foi realmente um mestre!
Apesar de ter ficado conhecido pela trilha sonora do seriado “Shaft”, teve uma assinatura própria para o soul e gravou muitas ótimas canções.
Fica aqui, uma homenagem a ele, ícone da soul music.
Isaac Hayes
(20/08/42 - 10/08/08)
Abaixo, dois vídeos.
No primeiro, o áudio gravado de um LP vinil original de 1978 com a exibição de algumas de suas capas e fotos.
No segundo, a abertura do seriado Shaft com sua inesquecível trilha-sonora.
Isaac Hayes - ShaftII - 1978
Seriado SHAFT (1971) - Abertura / Primeiras cenas
Links Relacionados:
There Is A Light That Never Goes Out - Pra encher mesmo!
É pra encher mesmo! risos.
Só que agora é um vídeo muito bem feito, apenas com o instrumental sendo tocado por uma “banda sem rosto”.
É que só aparecem as mãos de um tal de Daniele Arwicker, que gravou todos os instrumentos (só não vi a bateria que é o mais importante rs) e depois se filmou separadamente, um instrumento por vez: Violão Elétrico, Baixo e 2 Guitarras.
Muito bem executado.
There Is A Light That Never Goes Out
Uma das melhores canções da história da música pop, agora com seu interprete e compositor original, Morrissey, cantando ao vivo em Manchester - UK - em 2004. Fechando o show com ela.
Simplesmente mágico
CABOCLA - Abertura (2004)
O Vídeo acima é a abertura da novela, em 2004.
Cabocla foi originalmente escrita por Benedito Ruy Barbosa e montada em 1979. na época a novela fez muito sucesso, quando o casal principal da novela contou com as atuações de Glória Pires e Fábio Júnior.
Talvez “dali” tenha nascido a Cléo Pires, não?
Inclusive ela foi chamada para o papel principal da cabocla, no remake de 2004, mas não aceitou. Ela pode tudo. rs
Cabocla - Novela (2004) - Tv Globo
Há 4 anos atrás, me surpreendi gostando de uma novela das 6.
Não que eu assistisse regularmente, mas quando passava na frente da tv, me surpreendia com a música, a linda e irretocável direção de fotografia, os lindos cenários, a ingenuidade, os romances e a inesquecível atuação de Tony Ramos no papel do coronel Boanerges, para mim, o melhor trabalho dele que eu pude assistir.
A novela está sendo reprisada a tarde, no Vale a Pena Ver de Novo, para quem pode acompanhar. Vale a pena mesmo.
No vídeo, um clipe com algumas cenas da novela.
Noel Gallagher - There Is A Light That Never Goes Out
Achei sem querer este vídeo no Youtube, e achei fantástico, pois é um cover de um clássico dos Smiths (na minha opinião a música mais linda deles) cantada pelo melhor compositor britânico dos últimos 20 anos, e um dos melhores de todos os tempos.
Estou falando de Noel Gallagher, guitarrista, compositor e backing vocal do Oasis - cantando “There is a Light That Never Goes Out”, dos Smiths. - gravado da platéia, provavelmente com um celular, ao vivo em Moscow, no começo de 2007.
No próximo domingo, Didi e Dedé juntos na TV depois de 15 anos.
Os dois estarão juntos no humorístico - “A turma do Didi”.
Abaixo, trechos do G1:
“Quase 15 anos depois do fim de “Os Trapalhões”, o que parecia
improvável aconteceu: Didi e Dedé retomam, a partir deste domingo (22),
a parceria que foi sucesso por mais de 30 anos na televisão. Manfried
Sant´anna, o Dedé, foi recontratado pela TV Globo e já começou a gravar
ao lado do amigo, na “Turma do Didi”. “Tem sido só alegria”, conta o
humorista.”
“(…)Dedé e Didi voltaram a gravar juntos, mas não sabem ainda como será o
futuro. Por enquanto, o velho amigo é mais um participante do dominical
da TV Globo. Mas a química não demorou a aparecer. “Embora estejamos há
muito tempo sem trabalhar juntos, já no início das gravações começamos
a improvisar e tudo está voltando rapidinho. Não sei se vamos resgatar
o que fazíamos antes, isso só com o tempo saberemos. Mas ontem
[quarta-feira], nas gravações, fiquei mais confiante”, confessa Dedé,
que se diz “muito, muito ansioso” com a estréia.
O
único desejo que ainda falta ser realizado, aos 70 anos de idade, soa
engraçado. “Tenho o sonho de fazer um filme sério. Nem que fosse apenas
uma pontinha, uma pequena participação.”

