O Primeiro Dia da MTV no Brasil, em 1990, segundo minha memória.

Faz 19 anos que a MTV entrou no ar no Brasil. Dia 20 de outubro de 1990 - eu assisti (só pela tv, infelizmente) a inauguração da MTV Brasil, ao meio-dia, via parabólica e também no canal 32 UHF. Um dia antes conferi a imagem na TV - até então só rolava um relógio em contagem regressiva (que zeraria ao meio-dia) em cima da tela de Color Bars (sinal de barras coloridas que geralmente as emissoras colocam quando estão fora do ar ou no inicio da programação, que serve para a calibragem dos transmissores e monitores de tv) e uma inscrição em cima com o nome “TV ABRIL”.
Estava na casa do meu pai - então já separado de minha mãe - era sábado, acordei por volta das nove da manhã e já não havia mais ninguém por lá. Liguei a TV e a deixei viva com as “Colors Bars” na sala e fui fazer café. Voltei com a xícara na mão, andei pela casa, tentando passar o tempo lendo o jornal que meu pai assinava, vendo se alguém estava noticiando alguma coisa. De noticia em noticia olhava para a tela para ver se havia mudado alguma coisa. O relógio continuava em contagem regressiva. Faltam duas horas e pouco! O jornal dizia que já estava rolando uma festa de inauguração da MTV com os principais artistas pop brasileiros, todos os apresentadores e claro, toda a imprensa. Não lembro bem onde foi, acredito que num hotel ou casa noturna. Porra, eu não estava lá! O jornal também explicava, que com a franquia da MTV, importava-se também a denominação VJ (video-jóquei), um DJ que chama clipes na TV. Portanto, os apresentadores da MTV seriam chamados de VJ.
Eu sei que eu parecia um demente mas eu não podia conter a expectativa e ansiedade de ver aquela emissora no ar. Eu não queria perder nem um segundo de Color Bar, nem se mudar o logotipo, nem nada disso. Pronto, a tela colorida ficou preta e a inscrição mudou agora de “TV Abril” para o logotipo transado da MTV. E o relógio continua…
—> Meses antes de entrar no ar, a MTV/Abril publicou uma campanha em jornais, com um número de telefone, para que as pessoas ligassem, cadastrassem nome e endereço e recebessem em casa um caderno/manual de instruções com o logotipo da MTV, explicando o que era UHF e como deveria fazer para efetuar a instalação de um conversor e antena. Importante: nessa época, a esmagadora maioria dos aparelhos de TV só sintonizava VHF, que ia do canal 2 até o canal 13. Na maior parte dos casos, não existia “sintonizador” de canais UHF nativo no televisor, então a solução era ligar um conversor de UHF nele.
Comprava-se o aparelho e uma antena interna daquelas Plasmatic, que captava as ondas de VHF, FM e UHF. Plugava a antena interna no conversor, ligava o cabo do conversor na tv, sintonizava a TV no canal 3 (que também era usado para assistir videocassete) e ufa… sintonizava o canal 32 através do conversor de UHF. Eu já sabia instalar o conversor, mas liguei, me cadastrei e recebi o caderno de instruções, que guardo até hoje comigo.
Imagine a realidade que vivíamos aqui em São Paulo em 1990: na TV tínhamos os sete canais abertos VHF (cultura (2), TVS (4), Globo (5), Record (7), Manchete (9), Gazeta (11) e Bandeirantes (13)) e no UHF apenas um esboço do que um dia viria a ser a TVA, o Canal +, que transmitia a ESPN americana codificada e as vezes descodificada. Era só isso que havia. Nem podemos contar o Canal + como fonte de informação, porque nada acontecia num canal codificado onde só se podia ouvir o som. Saldo final: Sete emissoras de TV, Rádio FM, algumas revistas na banca, algumas salas de cinema, teatro e só. Isso porque estava em São Paulo. A situação pelo interiorzão do país era bem pior.
Na minha vida digital (que antecedeu meu dia-a-dia na BBS e Internet), já usava o Videotexto num computador Expert MSX (da gradiente) desde 1988, mas não havia muito o que fazer, era um serviço muito rudimentar, experimental, oferecido pela Telesp na cidade de São Paulo. Nem BBS, que eu comecei a utilizar por volta de 1993, existia de forma “oficial” ainda. Resumindo: o que a juventude desta época podia esperar para absorver novas informações, culturas, etc? Não muita coisa. A informação disponível era ’sofrível’ e a que vinha de fora chegava completamente distorcida ou muito diluída.

Edir Macedo já era dono da TV Record (desde novembro de 1989), Rainha da Sucata e Pantanal eram as novelas da época, Fernando Collor já era Presidente da República, a “modinha” popular da música ainda era a Lambada, nas “discotecas” tocava-se House e nossa Seleção Brasileira, da “era Dunga”, comandada pelo Lazaroni, no dia 24 de Junho foi eliminada pela Argentina na Copa do Mundo da Itália, com um gol de Caniggia aos 35 do segundo tempo. Como você pode perceber a realidade nessa época não era lá das mais empolgantes.
Pronto, faltam poucos segundos para o início das transmissões: quatro, três, dois, um, zero… Exatamente ao meio-dia do horário de Brasília, o vídeo de um foguete sendo lançado aparece na tela, junto com a frenética edição de imagens das vinhetas da MTV. Aparecem pela primeira vez a cara dos VJS: Astrid, Cuca, Thunderbird, Gastão, Zeca Camargo, Maria Paula, Rodrigo e mais alguns que não lembro bem o nome.
Para a estréia do canal foi preparado um “videoclipe comemorativo” que daria início a essa nova fase da mídia e da música brasileira. Foi escolhido um remix da música “Garota de Ipanema”, interpretado pela cantora Marina (Lima) e grande parte dele filmado na laje do prédio da nova emissora, no Sumaré, antigas instalações da TV TUPI, canal 4 de São Paulo, que foi fechada pelo Governo Militar em 1980. A versão remix da “Garota de Ipanema” sintetizava a modernidade misturada com uma canção genuinamente brasileira e internacionalmente conhecida. Assista primeiro o “Making-Of” do clipe:
Agora veja o resultado final, o primeiro vídeoclipe exibido na MTV Brasil, (apresentado pela VJ Cuca na estréia) com o logotipo da MTV estilizado com as cores do Brasil e o característico GC (gerador de caracteres) do começo da década de 90, com letras grandes na tela - Marina Lima - “Garota de Ipanema”:
Esse momento da exibição do videoclipe da Marina era acompanhado em tempo real na festa da MTV e obviamente por alguns poucos milhares de telespectadores que estavam ligados
A partir daí, DEZENAS de vinhetas, uma melhor que a outra, eram veiculadas entre os clipes, oriundas da MTV americana e de todas as outras franquias que compartilhavam material.
Alguns dos primeiros clipes que me lembro de veicularem foram:
- “Groove is in the Heart” do Dee Lite,
- “U Can’t Touch This” e “Pray” do MC Hammer,
- “Blaze of Glory” do Jon Bon Jovi,
- “Satisfaction” versão da banda Devo,
- Suicide Blonde do INXS
- Nothing Compares 2 U da Sinead O’Connor.
- “Musique Non Stop” - Kraftwerk São estes clipes que me lembro de forma mais nítida de aparecerem mais repetidamente nos primeiros dias.
- “Video Music” (programas de duração de uma ou duas horas, umas 3 ou 4 vezes ao dia) - Este programa é o mais antigo da MTV americana e deu origem ao nome do prêmio VMA - Video Music Awards. Era um programa genérico de Video Clipes, na primeira fase no Brasil apresentado pela VJ Cuca.
- “Non Stop” (uma hora inteira sem intervalos, só com clipes - aparecia uma ou duas vezes na grade diária) - talvez apresentado por Maria Paula ou Cuca, nas primeiras semanas.
- “Disk MTV” (diário, por volta das 17hs), apresentado pela Astrid;
- “Clássicos MTV” (talvez diário) apresentado pela VJ Dani
- “Ponto Zero” (semanal - lançamentos) apresentado por Thunderbird;
- “Rock Blocks” (talvez diário - blocos com clipes de um mesmo artista) - apresentado por Maria Paula
- “Rockstória” (semanal) Perfis e Docs de Artistas Internacionais, produzidos pela MTV americana e legendados em português.
- “MTV No Ar” (diário - versão brasileira do MTV NEWS) apresentado por Zeca Camargo;
- “Semana Rock” (resumo semanal notícias) apresentado por Zeca Camargo;
- “Cine MTV” (semanal - não me lembro quem apresentava)
- “Top 20 Brasil” (semanal);
- “Top 10 EUA” (semanal);
- “Saturday Night Live” (Sábados à noite, por volta das 23hs, legendado) - Tradicional programa humorístico americano.
- “Buzz MTV” (acredito que diário, por volta da meia-noite ou uma da manhã - Reportagens / documentários curtos e experimentais dos EUA. Legendado - Era a última atração da programação)
- “Yo! MTV Raps” - (semanal) apresentado pelo VJ Rodrigo
- “Lado B” - (não lembro se diário ou semanal - talvez Thunder apresentando)
- “Fúria Metal” (semanal) apresentado por Gastão
- “VMA - Video Music Awards” (premiação - anual) - transmissão ao vivo com tradução simultânea e reprises posteriormente.
Com a entrada da MTV Networks (Viacom International) em parceria com o Grupo Abril no Brasil, nascia a emissora de TV “MTV Brasil”. A partir daí um novo paradigma de cultura pop, televisão e entretenimento foi construído. Conseguíamos finalmente conhecer a “cara” e o estilo das bandas que ouvíamos no rádio e nos LP’s. Os lançamentos de clipes e bandas começaram a chegar diretamente até nós, sem escala. Encurtava-se ou em alguns casos anulava-se o ‘delay’ dos lançamentos musicais entre Estados Unidos-Europa e o Brasil. As vinhetas da emissora (muitas importadas de todas as franquias da MTV mas outras tupiniquins), a comunicação visual, o estilo dos VJ’s, alguns programas da MTV americana que enfim poderiam ser absorvidos quase em tempo real. Tudo era novo e providencial para mim, um moleque de 13 anos louco por música, por filmes, por novas mídias.
A MTV acentuou ainda mais a produção e o consumo musical no Brasil, pois colocou em pauta muitos artistas que até então não existiam no cenário comercial. O videoclipe que já era modestamente acompanhado em programas como Fantástico (Globo), Clip Trip (Gazeta) — com a apresentação de Beto Rivera e trilha Bomb The Bass (quem lembra?) — Clip Clip (Globo) com apresentação de Marcelo Tas, Som Pop (Tv Cultura) com apresentação de Kid Vinil, entre outros, carecia de acervo, de maior espaço nas grades e de um ‘timing malandro’ com os lançamentos do exterior. Não existia nada disso. Talvez por isso não houvesse uma maior valorização e ampliação deste mercado por aqui. Artistas, bandas e bandinhas começavam a pipocar em todos os lugares. O jovem daquela época começava a ser catalisado por um importante marco na mídia e na cultura do Brasil.
Menos de um mês depois pudemos acompanhar a cerimônia do Video Music Awards americano pela primeira vez, em que a banda Titãs com o videoclipe “Flores”, foi a representante da nova franquiada brasileira da MTV em Los Angeles.
Após a estréia da MTV, clipes começaram a ser produzidos com maior intensidade ano após ano, até que no ano de 1995, com mais de uma centena de videoclipes brasileiros produzidos nos últimos 12 meses, a MTV se viu na obrigação de criar uma versão tupiniquim da premiação do videoclipe americana, que em sua primeira versão se chamou “Video Music Awards Brasil”, apresentado por Marisa Orth ao vivo do Memorial da América Latina.
Sem dúvida, a MTV hoje não representa um décimo da importância e relevância que ela teve na sua estréia e nos seus primeiros anos de vida. Muito disso se deve ao fato de que atualmente temos uma enxurrada de informação num mundo de TV, TV a Cabo, Internet, Celular, Smartphones, Wireless, etc. Mas isso já é outra história.
Tim Maia ao vivo - Inauguração do Teatro Bandeirantes - 12/08/1974 - São Paulo
Há mais ou menos um ano, foi adicionada no youtube uma série de vídeos digitalizados de shows de artistas famosos. O responsável por esse trabalho foi Philip Coy. Entre os vídeos, está o show completo da Inauguração do Teatro Bandeirantes que aconteceu no dia 12 de agosto de 1974, em pleno inverno paulistano. O show contou com apresentações de Rita Lee acompanhada da banda Tutti Frutti, Tim Maia, Elis Regina, Chico Buarque, MPB-4 e Maria Bethânia. Quem gosta de MPB ficará emocionado em assistir um registro histórico como esse.
Mas o motivo deste post é a apresentação de Tim Maia. Meu ídolo, assim como de muita gente.
Desde garoto, sempre fui fascinado pelo som e pela personalidade do Tim Maia. Há dois anos, foi lançada a biografia dele escrita pelo Nelson Motta, a qual recomendo que todos leiam!
Eu me emocionei bastante em ter acesso a este registro de 1974, em ver Tim Maia com 31 anos, cantando feliz com a banda Seroma em uma época de transição em sua carreira. Ele havia lançado há um ano, em 1973, seu quarto álbum seguido com enorme sucesso, que contava com hits como “Réu Confesso”, “Over Again”, “Gostava Tanto de Você”, “Até que enfim encontrei você”, entre outras músicas. Para mim, o melhor álbum dele.

Em contrapartida, Tim Maia já havia tido contato com o livro “Universo em Desencanto”, da Cultura Racional, ou seja, já tinha sido picado pelo bichinho da devoção. Estava com o livro na cabeça cabeça mas AINDA não aderido oficialmente à religião, pois vestia roupas escuras.
Quase no final da apresentação, antes de tocar a música “Que Beleza” (que tinha sido composta por outros motivos e que entraria no álbum racional um ano depois), ele recomenda à platéia a leitura de um livro revolucionário: “U-ni-ver-so-Em-De-sen-can-to”.
Depois desse show é que o Tim Maia entra oficialmente na Cultura Racional, passa a vestir apenas roupas brancas, para de usar drogas, entre outras medidas radicais. As bases do novo LP encomendado pela gravadora já estavam gravadas, só faltavam as letras e voz do gordinho. Foi aí que o Tim teve a “brilhante” idéia de colocar letras devocionais em cima das bases ao invés de letras “comerciais”. A tal idéia gerou pânico na gravadora e provocou o cancelamento do contrato e do lançamento do LP. Eles tiveram que comprar os tapes originais da gravadora, financiar a prensagem das ‘bolachas’ e vender discos e livros da Cultura Racional por si mesmos de porta em porta, assim como fazem os Hare Krishnas. Mas aí já é outra história.
O grande barato é ver esse registro do Tim em uma fase Pré-Racional, ainda tocando repertório do seu quarto álbum comercial, de 1973.
O setlist é: (divididos em dois vídeos)
1 - Introdução
2 - Réu Confesso
3 - Primavera
4 - Azul da Cor do Mar
5 - Que Beleza
6 - Gostava Tanto de Você
Veja a Volta de Ronaldo Fenômeno, mais uma vez…
Imagem: GloboEsporte.com
Todo mundo só fala disso, em todos os lugares, mais uma vez.
A primeira vez, foi no começo do mês de Dezembro, quando o Corinthians contratou o Ronaldo um ou dois dias depois do time do São Paulo ter conquistado o Campeonato Brasileiro, ofuscando a conquista do clube do morumbi no noticiário (esportivo ou não).
Durante todo o começo do ano de 2009, nos meses de Janeiro e fevereiro, foi toda a cobertura do treinamento e das baladas de Ronaldo. Semana passada, dia 4 de março, foi a estréia oficial do ‘Fenômeno’, mais uma vez após 14 meses de recuperação de lesão, jogando pelo Corinthians contra o Itumbiara, em Goiás, jogo da Copa do Brasil.
Hoje, dia 8 de março de 2009, um dia antes do meu aniversário, Ronaldão marca seu primeiro gol pelo Corinthians contra o Palmeiras, clássico disputado em Presidente Prudente. Ronaldo marcou um gol de cabeça após cruzamento de escanteio cobrado por Douglas, aos 47 minutos do segundo tempo, empatando o jogo. Mas valeu como se fosse uma vitória. De todos, a começar pelo próprio Ronaldo.
Veja os dois gols da partida com som ambiente do estádio, sem narração! Emocionante!
Pensamento
“Nunca confie em quem não bebe em público nem em quem possui/usa dois ou mais celulares”.
Um Vídeo Caseiro com pinta de Profissional
Anteontem, meu amigo Fábio Cunha, que trabalha em uma agência em Los Angeles, me mostrou um vídeo que tinha feito do aniversário de um amigo local, o Luiz. Nele, o Fábio operou a câmera e fez toda a pós-produção. Em alguns momentos durante o vídeo ele também aparece aproximando uma garrafa de cerveja na câmera, olhando para o nada e conversando com convidados.
O que fez com que este vídeo seja o assunto deste post é: A qualidade de captação de sua câmera (câmera digital Nikon D90) e o resultado final de um trabalho muito bem feito.
Além de takes muito bem feitos e improvisados e uma edição competente, a escolha da música do grupo de electrofolk Tunng faz com que o vídeo ganhe brilho e seja algo para prender a sua atenção do início ao fim.
Este tipo de trabalho exige muita sensibilidade, competência e bom gosto. Além de você tornar momentos triviais em inesquecíveis você consegue pintar uma bela obra de arte, utilizando como ferramentas: o vídeo e a música.
Você pode assistir este vídeo abaixo mas recomendo que veja principalmente em tamanho original na página do Vimeo. É bem diferente, pode acreditar!
Luiz’s birthday - D90 from Fabio Cunha on Vimeo.
Acidente com avião em São Paulo - ao "lado" de casa.

No domingo, pude ver a fumaça do incêndio da queda do avião em uma casa na Zona norte de São Paulo. A Imprensa afirma que o local da queda foi no bairro da Casa Verde, mas ali ainda pertence ao bairro de Santana.
Estava menos de 1 Km distante do acidente, onde fica minha casa, na região da Avenida Braz Leme.
Segunda feira foi um dia chuvoso e triste na região, obviamente.
Abaixo uma ilustração da região do acidente.
The Fray - "Over My Head" - Assista!
Esse é o tipo do lançamento, meio ‘comercialzinho’ mas muito legal, que acaba grudando e você fica com a melodia na cabeça.
Sinceramente, há um bom tempo não ouço algo tão legal. Sem contar também que o clipe é muito bem feito, e clipes legais são tão raros quanto bandas legais.
Parece que não só o mercado fonográfico está em extinção, as bandas, músicas e clipes legais também estão.
Taí, assista!
Amador?
Pois é, o clipe que você vai ver agora é dito “Amador”. Pois não foi oficialmente lançado por alguma gravadora nem veículo de comunicação.
Pelo menos é a informação que está disponível lá: “Home Made Music Vídeo”
incrível!
De amador esse vídeo não tem nada.
Só tenho que elogiar e divulgar um trabalho deste! Eu também gosto de editar imagens e dar a minha interpretação visual à determinada canção.
No caso deste vídeo, foi feito um líndissimo trabalho (tanto de captação como de edição) para a música To Sheila, extraída do álbum Adore, de 1998, dos Smashing Pumpkins.
A música é lindamente melancólica e as imagens complementam e formam um clima perfeitamente lúgubre.
Lindo!
Extraído de outro site de video, o Metacafe.com
+ 1 grande vídeo Ramones ao vivo! -
Shenna is a Punk Rocker
Vídeo Raro, extraído do Google Vídeo… Aliás, um grande site de vídeo. Veja
8 minutos de Ramones. Que tal?
Vídeo raro dos Ramones tocando no Loft de Arturo Vega, em New York, em janeiro de 1975.
Arturo Vega foi produtor dos Ramones e um dos amigos mais próximos até a morte de Joey, Johnny e Dee Dee.
Eu sei que a qualidade do vídeo e do som é pobre, mas é bom demais!!
Eles eram os caras mesmo!
Nasceram pra isso!
8 minutos de Ramones na sequência: Loudmouth, Listen to my heart, Blitzkrieg Bop e California Sun.
ONE TWO THREE FOOUUUURRRRR!


