Idéia para Editoras e Emissoras de Rádio
Não sei se é uma idéia que funciona, até porque nunca foi testada (pelo menos eu nunca tive notícia disso). Uma idéia que acredito que abra um novo mercado para Editoras e acrescente um novo “produto” ´para a grade de programação de emissoras de Rádio: as editoras que hoje comercializam Audiobooks através de CDS e e-commerce na web, poderiam após um determinado período do lançamento licenciar a exibição para emissoras de Rádio, vender os direitos de transmissão do Audiobook assim como o mercado cinematográfico vende os direitos para emissoras de TV após os períodos pré-determinados (cinema, venda dvd, etc).
Para as emissoras de Rádio abriria um novo leque de oportunidades, teria um universo de temas e assuntos com a assinatura de best-sellers consagrados no mercado editorial. Poderia ser ficção ou temas como Finanças Pessoais, Biografias (como a do Tim Maia na foto acima), Infantis e o número gigantesco de temas e livros sobre auto-ajuda empresarial, pessoal, espiritualidade, entre outros.
É claro que não seria qualquer emissora que teria ‘cacife’ para comprar e principalmente TRABALHAR a divulgação da exibição, tanto para a audiência como para o mercado publicitário. A emissora também teria que ter um mínimo perfil jornalistico e informativo, como (aqui em SP): Jovem Pan (AM), CBN, Rádio Bandeirantes e Eldorado. Com certeza seria um atrativo e tanto para todas as partes envolvidas: editoras, rádios, mercado publicitário e audiência.
Com esse mercado aberto, o outro lado envolvido (editoras) investirá ainda mais na produção dos Audiobooks, principalmente sonoplastia e escolha de medalhões para locução e interpretação, dependendo do caso.
#dicaadica
Como a ‘Social Media’ Destrói o Marketing Tradicional
“Como a Social Media Destrói o Marketing Tradicional” é uma apresentação de slides criada por Thomas Baekdal para sua “Online Magazine”. Pode ser interpretado como “Lugar-Comum” por profissionais da Social Media, mas para a maioria das pessoas acredito que seja importante absorver tais fundamentos. Você acompanha abaixo a tradução da apresentação mas não deixe de ver todos os slides pois as ilustrações acrescentam muitas informações e facilitam a compreensão.
“Como a ‘Social Media‘ Destrói o Marketing Tradicional”
- Marketing Tradicional
- Internet Marketing
- O Começo da Revolução
- ‘Social Web’
- Todo Mundo Pode Ser Uma Estrela!
- Não é sobre “Coisas” - É sobre Pessoas
- As pessoas brigarão com você se você as interromper e Falar Só Sobre O Seu Produto
- O “Tradicional” não funciona mais… e ainda por cima Trabalha Contra Você!
- Como fazer parte da ‘Social Web’?
- É Fácil… Você é convidado! …E isso significa:
- Você não é “uma empresa que vende um produto”
Mas um “Grupo de Indivíduos Talentosos”
Que estão criando Algo Extraordinário
Porque o mundo precisa de algo melhor, mais estiloso e mais acessível
Algo que te faça feliz
E te dê Aquela Sensação Realmente Boa
Dentro do seu estômago. - Você não vende seus produtos
Você os Compartilha - E você compartilha o que as pessoas estão fazendo com ele.
Você faz seus fãs serem notados - Você os ajuda a fazer as coisas melhor, fornecendo dicas e idéias.
- Você conta a eles O Que Te Inspirou e continua inspirando
- E você pergunta a seus fãs (consumidores) O Que Eles Precisam
- Para que você, com a ajuda deles, possa continuar sendo extraordinário.
- Desta forma, as pessoas continuarão te “seguindo”/acompanhando
porque você é digno de suas atenções (relevante) - Você Vale a Pena.
Windows 7 está aí. Mais do Mesmo?
Veja como se vendia o Windows 1.0 na TV, comercial estrelado pelo hoje CEO da Microsoft, o famoso Steve “histeria” Ballmer:
É de fazer inveja ao melhor vendedor do mês das Casas Bahia, fala a verdade? Ahn?
Veja agora o Ballmer vendendo o Windows XP em 2000/2001:
Parece que décadas se passaram mas o jeito e a ótica de “fazer negócios” continua a mesma.
Alguns sites de tecnologia fizeram testes e elogiaram bastante a nova versão 7 do Windows. Disseram que desde o XP a Microsoft não fazia mudanças tão significativas em seu Sistema Operacional.
Resumindo: o Windows Vista além de ter sido um fracasso de vendas e reprovado pelos usuários, não passou de um “Placebo” para adocicar a boca dos Microsoftmaníacos sedentos por novidades e continuar a girar a Roda da Fortuna de Mr. Gates e seu fiel CEO-escudeiro Mr. Ballmer.
Windows 7 vem aí, já está aí. Mas pergunto: até quando? É inegável a contribuição que o Bill Gates e a Microsoft deu para o mundo, com a popularização do sistema operacional Windows 3.1 a partir de mais ou menos 1987. Eu entendo e compreendo a importância do Windows e da Microsoft e todo o legado.
Mas não cabe mais no mundo um modelo de negócios “dá ou desce”, compreende? Principalmente no setor de tecnologia e internet.
A Apple já ganhou e vem ganhando seu espaço pouco a pouco, seja na linha profissional dos Macs quanto na linha do usuário comum com o Imac e o Macbook. E ainda no mobile com os Iphones.
O Google vem aí, e vem aí inicialmente para tomar o espaço de quem utiliza Net e Notebooks e precisa de um sistema operacional leve e simples para preservar memória e utilizar essencialmente a Web. Claro que outros aplicativos poderão ser instalados, mas não é esse o foco… ainda.
O sistema operacional Google Chrome OS também poderá ser instalado em PC’s e Desktops que por ventura não tenham muita capacidade de processamento, tenham pouca memória RAM e também por aqueles que tem aversão à Microsoft, por que não? (pode parecer, mas não é esse o meu caso).
E o melhor, totalmente de GRAÇA. Poderá ser baixado pela web e ser instalado posteriormente em quantos computadores quiser. Qualquer computador que atualmente esteja “vacilante” terá uma sobrevida com esse sistema operacional. (Atualmente estão chamando os OS’s de Sistemas Operativos, não gosto muito deste termo). Ele está sendo desenvolvido em cima do já famoso OS de código aberto Linux. Talvez AGORA decole. A novidade foi anunciada há alguns meses no blog oficial do Google e está previsto o lançamento para o segundo semestre de 2010. Há alguns dias atrás também postei o que seria a prévia de algumas telas do Google Chrome.
Bom, mas como o assunto aqui é o WINDOWS 7, a menina dos olhos, publico o novo comercial da Apple e do seu Mac em resposta ao Windows:
Big Mac - Quantos minutos você precisa trabalhar para comprar um?
A revista ‘The Economist’ anualmente publica o indicador econômico mais Pop do planeta, o Índice Big Mac (Big Mac Index). Ele reflete a paridade do poder de compra de cada país e mostra se a moeda de um país está sobrevalorizada ou subvalorizada frente ao dólar americano. O Big Mac, da rede de Fast-Food Mcdonald’s foi escolhido como “padrão cambial” justamente por ser produzido e comercializado globalmente sob os mesmos padrões, inclusive com a mesma margem de contribuição por produto.
Neste indicador, pega-se o valor do Big Mac em dólares nos Estados Unidos e compara-se com os Big-Macs do resto do mundo, estes com o valor da moeda local convertido em dólares americanos, de acordo com o câmbio oficial. Com todos os hamburgueres convertidos em dólares americanos, pode-se ter uma lista das moedas mais valorizadas de acordo com o dólar. Exemplo: Big Mac americano custa sete dólares e o Big Mac brasileiro, os mesmos sete. Conclui-se que 1 Real brasileiro equivale ao “mesmo poder de compra” de 1 Dólar Americano. É baseado na teoria “PPP” - Purchasing Power Parity (Paridade do Poder de Compra).
Esta pesquisa foi publicada pela primeira vez em Setembro de 1986, despretensiosamente, pela jornalista Pam Woodall e a partir daí começou a ser publicado anualmente, até hoje.
A The Economist produz variações deste Índice durante o ano. Recentemente foi publicado o índice que avalia quantos minutos um empregado precisa trabalhar para poder comprar o valor de um Big Mac. Foram considerados os preços do sanduíche em 73 cidades do mundo todo e o valor do salário médio líquido em 14 profissões. As cidades em que é preciso “menos esforço” para se comer um Big Mac são Chicago, Toronto e Tóquio, com apenas 12 minutos necessários. Do outro lado da tabela, em Jacarta, Nairobi e Cidade do Méximo são necessárias mais de duas horas de trabalho. São Paulo está em 15ª lugar, mas escapa uns 2 minutos da média mundial, com 40 minutos necessários. Veja a tabela completa:

Esta variação do ‘Índice Big Mac’ nos apresenta uma referência a mais para se comparar o poder de compra de cada cidade do mundo.
Quanto custa cada tipo de transporte (em galões)
Muito interessante este gráfico, que mostra em galões de combustível (quando o meio não usa combustível é usada uma conversão em calorias) quanto custa cada tipo de transporte que você usa.
Para ver o custo x benefício de cada tipo de transporte são analisados os fatores: Número de Passageiros, Milhas por Galão e o tempo gasto para percorrer 350 milhas na velocidade média comum em cada tipo de meio.
Os meios de transporte menos vantojosos são os carros de passeio movidos à galosina. Os que apresentam os melhores custos x beneficio são: Andar a Pé, Bicicleta, Trem, Ônibus e Motocicleta.
Este gráfico foi publicado no blog da Biz Revolution, mas originalmente desconheço a fonte.
Entenda a “Crise Financeira” de forma clara, por Marcelo Tas
Uma série de três programas sobre crise financeira está sendo produzido pelo Marcelo Tas para o UOL e também é publicado no Blog do Tas.
O Tas, de maneira informativa, clara e divertida explica como a crise nos afeta e também quem são os grandes culpados (pecadores) por essa crise.
Assista ao primeiro episódio desta série!
Vídeo Maximídia - Nizan Guanaes x Fábio Fernandes
O vídeo da “lavagem de roupa suja” entre dois mega players do mundinho publicitário brasileiro ficou famoso e deu o que falar. Trata-se de um painel em meio ao Congresso MaxiMídia, promovido pelo Meio e Mensagem.
Os protagonistas do blábláblá são Fábio Fernandes (F/Nazca) e Nizan Guanaes (Grupo ABC/África). O tema do Painel era “Indústria da Comunicação - Oportunidades e Riscos”, teoricamente para debater sobre as perspectivas da publicidade frente ao atual Tsunami financeiro mundial.
O vídeo foi editado privilegiando a performance do Fábio Fernandes no debate e ridicularizando Nizan. Provavelmente foi editado e publicado por alguem do Staff do Fernandes. O vídeo original que havia sido publicado no You Tube foi retirado do ar.
Tentando assistir o vídeo com isenção, mesmo assim, a postura costumeiramente arrogante de Nizan faz com que sua performance e argumentos sejam indefensáveis. Eu vejo assim. Mas não quero me intrometer num mundo ao qual não pertenço, sou e estou distante, e que é uma das piores fogueiras de vaidade que já vi. Não estou afirmando baseado neste vídeo e sim em todos os contatos que já tive. Êta gente “afetada” sô!
Untitled from fabio x nizan on Vimeo.
Nova campanha da Nextel, dirigida por Fernando Meirelles
novo comercial da Nextel, um homem empreendedor andando na chuva e fazendo um breve relato de sua biografia. Tem a ver com muitos de nós. Uma bela sacada que se encaixa com o perfil de muitos clientes da Nextel.
Criado pela Agência Loducca, filmado pela O2 filmes - dirigido por Fernando Meirelles.
Marketing de Redes Sociais
Eu sou impressionado com o impacto que o site de relacionamentos Orkut teve no Brasil. Teve na vida de todos nós, na maneira como as pessoas se relacionam, se re-encontram, se aproximam e compartilham conhecimento relevante. Foi o primeiro contato que nós brasileiros (pelo menos eu) tivemos com uma rede social, o Orkut, que só aceitava cadastro via indicação de alguém que já era cadastrado. Virou uma febre, por volta de 2004. Foi fascinante re-encontrar pessoas, entrar em comunidades que tinham a ver com os meus gostos pessoais e profissionais, bisbilhotar o álbum, as preferências e a rede de amigos dos meus amigos e assim vai.
De lá para cá, encontrei quase todos os meus amigos ou colegas que passaram pela minha vida, ex-namoradas, amigos de escola, vizinhos que tinha pouco contato, etc. Isso tudo sem ter uma atividade muito intensa na rede. Eventualmente buscava pessoas que lembrava ou aceitava convites de pessoas que me encontravam.
Resumindo, o Orkut é ou será pauta fundamental para estudos mais profundos e publicações de Sociologia, que tratem exclusivamente sobre o impacto do Orkut na sociedade brasileira.
Agora veio a fase de “monetizar” a informação. De saber quantos fulanos gostam da marca, quantos ciclanos odeiam, quantos beltranos gostam da marca do concorrente, e quais os gostos em comum entre Fulanos e Beltranos, que servirá para nortear a comunicação da empresa com os seus consumidores.
A grande verdade é que ainda falta um “upgrade” nas comunidades do Orkut (assim como muita coisa).
Mais do que assinar “trocentas” comunidades, precisamos continuar participando delas, interagindo e nos informando. Procurar as comunidades e entrar em “uma por uma” para se informar sobre atualizações recentes não faz muito sentido. Daí, o que acontece na realidade, é que só entramos em uma comunidade quando precisamos saber algo sobre determinado assunto ou manifestar alguma opinião e resultado disso é que nos lembramos que a comunidade do Orkut existe. Se naquele momento não tiver uma informação disponivel, pode ser que você não se dê mais o trabalho de procurá-la e nunca mais entre naquela comunidade.
Os melhores exemplos para serem implantados nas comunidades do Orkut (e em outros sites do gênero) são os processos de cadastro, atualização e notificação do Yahoo Grupos e o Google Groups.
Você participa do grupo, se for restrito pede autorização para o dono com uma simples notificação ou escrevendo seus motivos para participar. O acesso aos grupos também pode ser livre, claro.
Depois de cadastrado, você escolhe de que maneira você quer participar e se informar sobre mensagens, tópicos, respostas e atividades do grupo: 1 - apenas acessando o site; 2 - recebendo emails individuais à cada mensagem publicada nos fóruns; 3 - recebendo um informativo diário por email com as mensagens completas inseridas na comunidade ou; 4 - recebe um resumo diário apenas com os títulos das mensagens.
Assim, seria um começo para que as pessoas além de interagirem e serem informadas sobre as atividades dos amigos, também serem informadas sobre atividades nas comunidades que ela mais tem interesse, sejam comunidades pessoais ou profissionais. Melhorias como essa nos serviços do Orkut fariam com que ele se tornasse ainda mais relevante do que já é na vida da gente e aumentaria consideravelmente a utilidade das comunidades para nos informarmos e interagirmos com pessoas com interesses em comum.
Para quem ainda usa o Word, Excel, blá, blá, blá…
Eu sou um entusiasta dos serviços Google.
Eu sou um entusiasta dos serviços Google. Acho que quase tudo que os caras criam ou incorporam à marca, são serviços excepcionais que substituem de forma impecável os velhos, pesados e enferrujados softwares. Você paga licensa, o software é pesado, vc fica escravo dos “backups”, e sabe-se lá quando você irá novamente achar aquele email ou documento que você arquivou na pastinha.
Hoje a tendência é abolir os programas e usar tudo o que for possível na plataforma web. Eu fiz isso e não me arrependo.
O Vídeo acima mostra como podemos usar o Google Docs no nosso dia-a-dia integrando com o email, convidando pessoas para colaborarem, ou seja, todos visualizando e editando o mesmo documento, tudo em ambiente virtual, nada no HD, nada no PC. Assista e veja que legal!
Tudo está na internet. Tudo está arquivado corretamente. Tudo está disponivel à qualquer momento. Leve, ligeiro, seguro.
Minha empresa usa Google Apps (serviços de email - Gmail, Google Docs (Documento, Planilha, Apresentação), Google Calendar (Agenda), entre outros servicinhos agregados.
É tudo online, corporativo e gratuito. Melhor impossível. Qualidade Google, quer mais o quê?
A única coisa que sinto falta ao Google Apps, é um serviço de CRM completo, daí os caras iam matar a pau! - Fizeram parceria com o Salesforce, o sistema online de CRM mais famoso do mundo.
É improvavel que eles pudessem comprar a empresa e abrir mão da renda que ela oferece. Mas bem que seria fantástico se isso acontecesse ou se eles desenvolvessem um sistema free baseado no Salesforce.
Viva a simplicidade, a praticidade, a eficiência, a qualidade e principalmente a LIBERDADE que os serviços Google nos oferecem até o momento.
Se quiser testar vai lá:
Para a empresa:
- Google Apps - www.google.com/a (todos os serviços acima listados + alguns outros gratuitamente utilizando o domínio de sua empresa.)
Demorô!



