Entenda a “Crise Financeira” de forma clara, por Marcelo Tas

Uma série de três programas sobre crise financeira está sendo produzido pelo Marcelo Tas para o UOL e também é publicado no Blog do Tas

O Tas, de maneira informativa, clara e divertida explica como a crise nos afeta e também quem são os grandes culpados (pecadores) por essa crise.

Assista ao primeiro episódio desta série!

Vídeo Maximídia - Nizan Guanaes x Fábio Fernandes

O vídeo da “lavagem de roupa suja” entre dois mega players do mundinho publicitário brasileiro ficou famoso e deu o que falar. Trata-se de um painel em meio ao Congresso MaxiMídia, promovido pelo Meio e Mensagem.

Os protagonistas do blábláblá são Fábio Fernandes (F/Nazca) e Nizan Guanaes (Grupo ABC/África). O tema do Painel era “Indústria da Comunicação - Oportunidades e Riscos”, teoricamente para debater sobre as perspectivas da publicidade frente ao atual Tsunami financeiro mundial.

O vídeo foi editado privilegiando a performance do Fábio Fernandes no debate e ridicularizando Nizan. Provavelmente foi editado e publicado por alguem do Staff do Fernandes. O vídeo original que havia sido publicado no You Tube foi retirado do ar.

Tentando assistir o vídeo com isenção, mesmo assim, a postura costumeiramente arrogante de Nizan faz com que sua performance e argumentos sejam indefensáveis. Eu vejo assim. Mas não quero me intrometer num mundo ao qual não pertenço, sou e estou distante, e que é uma das piores fogueiras de vaidade que já vi. Não estou afirmando baseado neste vídeo e sim em todos os contatos que já tive. Êta gente “afetada” sô!


Untitled from fabio x nizan on Vimeo.

Nova campanha da Nextel, dirigida por Fernando Meirelles

novo comercial da Nextel, um homem empreendedor andando na chuva e fazendo um breve relato de sua biografia. Tem a ver com muitos de nós. Uma bela sacada que se encaixa com o perfil de muitos clientes da Nextel.
Criado pela Agência Loducca, filmado pela O2 filmes - dirigido por Fernando Meirelles.

Marketing de Redes Sociais

Muito se fala sobre Redes Sociais, a INFO agora engrenou nos seminários e promoveu um só sobre Rede Sociais e o impacto delas para aproximar consumidores de empresas e vice-versa.

O Ibobe NetRatings recentemente promoveu o lançamento de sua nova ferramenta para mensurar audiência e valor da marca por redes sociais, com uma palestra/café em um hotel (eu não pude ir, 9 da manhã na Paulista, dá licensa! rs).

Eu sou impressionado com o impacto que o site de relacionamentos Orkut teve no Brasil. Teve na vida de todos nós, na maneira como as pessoas se relacionam, se re-encontram, se aproximam e compartilham conhecimento relevante. Foi o primeiro contato que nós brasileiros (pelo menos eu) tivemos com uma rede social, o Orkut, que só aceitava cadastro via indicação de alguém que já era cadastrado. Virou uma febre, por volta de 2004. Foi fascinante re-encontrar pessoas, entrar em comunidades que tinham a ver com os meus gostos pessoais e profissionais, bisbilhotar o álbum, as preferências e a rede de amigos dos meus amigos e assim vai.
De lá para cá, encontrei quase todos os meus amigos ou colegas que passaram pela minha vida, ex-namoradas, amigos de escola, vizinhos que tinha pouco contato, etc. Isso tudo sem ter uma atividade muito intensa na rede. Eventualmente buscava pessoas que lembrava ou aceitava convites de pessoas que me encontravam.
Resumindo, o Orkut é ou será pauta fundamental para estudos mais profundos e publicações de Sociologia, que tratem exclusivamente sobre o impacto do Orkut na sociedade brasileira.

Agora veio a fase de “monetizar” a informação. De saber quantos fulanos gostam da marca, quantos ciclanos odeiam, quantos beltranos gostam da marca do concorrente, e quais os gostos em comum entre Fulanos e Beltranos, que servirá para nortear a comunicação da empresa com os seus consumidores.

A grande verdade é que ainda falta um “upgrade” nas comunidades do Orkut (assim como muita coisa).
Mais do que assinar “trocentas” comunidades, precisamos continuar participando delas, interagindo e nos informando. Procurar as comunidades e entrar em “uma por uma” para se informar sobre atualizações recentes não faz muito sentido. Daí, o que acontece na realidade, é que só entramos em uma comunidade quando precisamos saber algo sobre determinado assunto ou manifestar alguma opinião e resultado disso é que nos lembramos que a comunidade do Orkut existe. Se naquele momento não tiver uma informação disponivel, pode ser que você não se dê mais o trabalho de procurá-la e nunca mais entre naquela comunidade.

Os melhores exemplos para serem implantados nas comunidades do Orkut (e em outros sites do gênero) são os processos de cadastro, atualização e notificação do Yahoo Grupos e o Google Groups.
Você participa do grupo, se for restrito pede autorização para o dono com uma simples notificação ou escrevendo seus motivos para participar. O acesso aos grupos também pode ser livre, claro.
Depois de cadastrado, você escolhe de que maneira você quer participar e se informar sobre mensagens, tópicos, respostas e atividades do grupo: 1 - apenas acessando o site; 2 - recebendo emails individuais à cada mensagem publicada nos fóruns; 3 - recebendo um informativo diário por email com as mensagens completas inseridas na comunidade ou; 4 - recebe um resumo diário apenas com os títulos das mensagens.

Assim, seria um começo para que as pessoas além de interagirem e serem informadas sobre as atividades dos amigos, também serem informadas sobre atividades nas comunidades que ela mais tem interesse, sejam comunidades pessoais ou profissionais. Melhorias como essa nos serviços do Orkut fariam com que ele se tornasse ainda mais relevante do que já é na vida da gente e aumentaria consideravelmente a utilidade das comunidades para nos informarmos e interagirmos com pessoas com interesses em comum.

Para quem ainda usa o Word, Excel, blá, blá, blá…

Eu sou um entusiasta dos serviços Google.

Eu sou um entusiasta dos serviços Google. Acho que quase tudo que os caras criam ou incorporam à marca, são serviços excepcionais que substituem de forma impecável os velhos, pesados e enferrujados softwares. Você paga licensa, o software é pesado, vc fica escravo dos “backups”, e sabe-se lá quando você irá novamente achar aquele email ou documento que você arquivou na pastinha.

Hoje a tendência é abolir os programas e usar tudo o que for possível na plataforma web. Eu fiz isso e não me arrependo.

O Vídeo acima mostra como podemos usar o Google Docs no nosso dia-a-dia integrando com o email, convidando pessoas para colaborarem, ou seja, todos visualizando e editando o mesmo documento, tudo em ambiente virtual, nada no HD, nada no PC. Assista e veja que legal!

Tudo está na internet. Tudo está arquivado corretamente. Tudo está disponivel à qualquer momento. Leve, ligeiro, seguro.

Minha empresa usa Google Apps (serviços de email - Gmail, Google Docs (Documento, Planilha, Apresentação), Google Calendar (Agenda), entre outros servicinhos agregados.

É tudo online, corporativo e gratuito. Melhor impossível. Qualidade Google, quer mais o quê?

A única coisa que sinto falta ao Google Apps, é um serviço de CRM completo, daí os caras iam matar a pau! - Fizeram parceria com o Salesforce, o sistema online de CRM mais famoso do mundo.

É improvavel que eles pudessem comprar a empresa e abrir mão da renda que ela oferece. Mas bem que seria fantástico se isso acontecesse ou se eles desenvolvessem um sistema free baseado no Salesforce.

Viva a simplicidade, a praticidade, a eficiência, a qualidade e principalmente a LIBERDADE que os serviços Google nos oferecem até o momento.

Se quiser testar vai lá:

Para a empresa:

Demorô!

Conheça o Google Brasil por dentro

Reportagem feita pela Revista Superinteressante.
Só não vale ficar com inveja de quem trabalha lá. É difícil, eu sei.

Só precisa ver como toda essa estrutura funciona na prática.

Muito legal, vale a pena conhecer.

Alô pessoal do Google Brasil!

Alô pessoal do Google, eu também quero este blog na lista das recomendações de feeds do Google Reader!!
Tá avisado einnnn??? rs

Será que vai dar tempo?

.Essa filme do greenpeace é um tapa na cara.
Claro que não isenta de culpa a minha geração e as mais novas que já estão por aqui, vivendo e respirando.
Mas aponta o dedo na cara das gerações que viveram, construiram, destruiram, criaram, produziram e tudo está como está. Estão ainda por aqui, pelo menos para ver este filme.

As novas gerações já estão se acostumando a viver de uma forma mais consciente, mais responsável para com o mundo, com o outro. Começa aí. Não adianta só reciclar o lixo e você como ser humano ser outro lixo. Só reciclar o lixo pode tirar uma certa “culpinha” da sua cabeça, mas na prática não muda nada. O que devemos lutar é pela mudança nos anseios de cada um, dessa urgencia do agora, do fazer, do ter.
Pessoas tão distantes de si mesmas, motivadas pelas motivações dos outros, da sociedade voraz, impiedosa, calculista, consumidora e destruidora. Esse é o gene de toda essa destruição.

VAMOS TENTAR SALVAR O MUNDO PARA NOSSOS FILHOS, NOSSOS NETOS, OU ATÉ PARA NÓS MESMOS.

MAS…

SERÁ QUE VAI DAR TEMPO?

Links Relacionados:

  • Site do Greenpeace Brasil
  • Movimento Vá de Bike
  • Movimento Simplicidade Voluntária

    .

  • Olha que absurdo esse iPhone pode fazer!

    Eu to impressionado como a Apple mais uma vez consegue ser pioneira e lançar moda…
    Além de todas as funções do iPhone (celular, iPod, Navegar na web, tirar fotos, etc), perceba as funções touchscreen do Iphone… como o aparelinho muda a posição da imagem, como ele desliza o dedo pela tela e as informações vão rolando.

    O mais impressionante são as funções touchscreen para dar zoom em uma foto e voltar o zoom à posição original.
    Perceba os “comandos” feitos pelos dedos na tela.
    simplesmente FODA

    Publicidade para bairros pobres e ricos

    Depois de ler e pensar sobre esta notícia veiculada pelo Blue Bus, podemos fazer analogias diferentes… Pessoas de um lado e pessoas de outro.
    Pensamentos de um lado, pensamentos de outro.
    valores de um lado e valores de outro.
    interessante.

    A estudante americana Alexis Lloyd percorreu trechos de 3 regioes de Nova Iorque registrando a publicidade à qual os consumidores estao expostos nas ruas.
    O projeto, batizado AdScape aqui, investiga como a propaganda mudou a paisagem urbana e também como ela se relaciona com as condiçoes economicas de cada area. Lloyd trata apenas da publicidade tradicional nas ruas - exclui vitrines, folhetos e marketing de guerrilha. Listou o que viu dividindo os anuncios por categoria de produtos. No East Harlem, area pobre e de populaçao latina, por exemplo, contou 12 peças publicitarias de bebidas alcoolicas e cigarros, mas nenhuma de livros e periodicos. No Upper East Side, regiao residencial rica, anotou 11 anuncios e cartazes sobre livros e periodicos e nenhuma peça sobre bebidas e cigarros. Dica do Adland. 20/01 BBI

    noticia do Blue Bus